O Ornitorrinco

Por , 15 fevereiro, 2012 13:03

O Ornitorrinco

“Para botar e chocar seus ovos, de um a três de cada vez, a fêmea cava um túnel que pode chegar a 1,8 m de profundidade”

185 watermark 658x186 ornitorrinco O Ornitorrinco

Ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) é um mamífero da família (Ornithorhynchidae) da ordem Monotremada. È um animal incomum, por algumas características bem peculiares. O ornitorrinco é mamífero, ou seja, a fêmea da espécie alimenta os filhotes com seu leite. Porém a fêmea do ornitorrinco não dá a luz aos filhotes. Ela põe ovos. Aliás, o ornitorrinco tem o bico semelhante ao dos patos, que são ovíparos.

O ornitorrinco vive na beira de rios, córregos e riachos na Austrália e na Ilha da Tasmânia. Locomove-se bem em terra e na água. É um ótimo nadador graças a seus pés palmados e a sua cauda em forma de remo, podendo ficar submerso por até 5 minutos. Ao entrar na água, esse curioso animal fecha os olhos e o ouvido. Sua pele espessa o protege embaixo da água.

thumb 12 6986ecc0c7 O OrnitorrincoPara botar e chocar seus ovos, de um a três de cada vez, a fêmea cava um túnel que pode chegar a 1,8m de profundidade, sendo que geralmente a entrada principal desse “ninho” fica embaixo da água. Os ovos medem de 2 a 2,5cm, são moles, e parecidos com os ovos de tartarugas e cobras.

Somente enquanto está dentro do ovo, o ornitorrinco possui um único dente na ponta do bico, o chamado dente do ovo, que lhe serve apenas para furar a casca do ovo, perdendo-o logo em seguida. Quando os filhotes nascem, a fêmea usa a cauda para puxá-los para junto de si, com o objetivo de amamentá-los. Os filhotes ficam meses no ninho, pois nascem cegos e pelados. São desmamados quando chegam a aproximadamente 30cm.

Todos os quatro pés do ornitorrinco têm garras, e cada pata tem cinco dedos. Os machos apresentam um sexto dedo nas patas traseiras, no qual existem exporões venenosos, que o animal usa para sua defesa.

thumb 12 d25544dc8a O OrnitorrincoO ornitorrinco alimenta-se de vermes, girinos, moluscos, crustáceos, peixinhos e insetos que captura no fundo dos rios e córregos. Quando adultos, os ornitorrincos não tem dentes, por isso, usa as placas córneas das maxilas para a mastigação.

Pouco sabe-se a respeito da reprodução dos ornitorrincos. O que se sabe é que ele só esta preparado para a reprodução após os sete anos. Na época de reprodução, normalmente nos meses de julho e agosto, seus órgãos reprodutores, tanto dos machos quanto das fêmeas aumentam de tamanho.

Considerando a cauda, o ornitorrinco pode chegar a medir 60 cm de comprimento. Ele chega a viver por 15 anos.

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[Fonte: InfoEscola]

Sydney Opera House

Por , 13 fevereiro, 2012 09:53

Sydney Opera House

“Atualmente, no teatro da ópera de Sydney é possível assistir todos os anos a mais de 1.500 espetáculos teatrais”

184 watermark 658x186 sydney opera house Sydney Opera House

Uma das primeiras edificações que chamam a atenção em Sydney é, sem dúvida, a Ópera de Sydney. À primeira vista, essa magnífica edificação impressiona por seu moderno estilo arquitetônico, encravado entre o porto e o mar, mas também por estar cercado de jardins extremamente bem cuidados. O conjunto arquitetônico da Ópera de Sydney é também um dos teatros mais famosos da Austrália e do mundo.

Além de ser um ícone da arquitetura moderna, é um lugar ideal para assistir a uma ópera, a um concerto ao ar livre ou simplesmente para observar a movimentação do porto enquanto toma um coquetel em algum de seus animados terraços. Se quiser desfrutar de uma “noite de ópera”, também poderá aproveitar um pacote promocional especial que inclui visita guiada, espetáculo e jantar no restaurante Guillaume at Bennelong.

 Sydney Opera House

Essa edificação, declarada Patrimônio Mundial da Humanidade, foi construída entre 1959 e 1973 pelo arquiteto dinamarquês Jørn Utzon. Atualmente, no teatro da ópera de Sydney é possível assistir todos os anos a mais de 1.500 espetáculos teatrais, de música clássica, de balé ou de rock. Além de cantores e grupos mundialmente famosos, também se apresentam freqüentemente nesse local a companhia Opera Australia, a companhia Australian Ballet e a companhia Sydney Theatre.

Mesmo que você não queira assistir a nenhum desses espetáculos, vale a pena fazer uma visita guiada para conhecer esse símbolo internacional por dentro. A visita geral percorre a história e os cenários do teatro da ópera. A visita guiada pelas áreas dos bastidores levará você a todos os cantos do teatro, inclusive ao cenário do Concert Hall, onde já se apresentaram artistas do calibre de Pavarotti ou Michael Buble.

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[Fonte: Dreamguides]

Canela, Rio Grande do Sul

Por , 10 fevereiro, 2012 09:46

Canela, Rio Grande do Sul

Alpen Park tem tirolesa e pista de trenó em meio a montanhas e cachoeiras

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A apenas sete quilômetros de distância de Gramado, a pequena Canela não tem a badalação da ilustre vizinha, mas acolhe uma natureza intocada e repleta de belezas. São dezenas de parques apinhados de araucárias que oferecem atividades para todos os estilos de visitantes: dos contemplativos aos aventureiros. Algumas atrações reúnem as duas tribos, como a cascata do Caracol, no parque de mesmo nome. Com 130 metros de queda, é apreciada tanto em um tranqüilo passeio de teleférico quanto em uma caminhada que culmina com uma escadaria de mais de 900 degraus.

983788466 M Canela, Rio Grande do SulNa volta das reservas naturais vale a pena fazer uma parada no Castelinho Caracol. A bela construção em estilo enxaimel abriga um pequeno museu histórico, mas a principal atração é o apfelstrudel (torta de maçã), servido com creme de nata ou sorvete, acompanhado por chá de maçã ou chocolate quente. Para quem viaja com as crianças, o programa inclui ainda uma visita ao Mundo a Vapor, com miniaturas que reproduzem os processos industriais; e ao Alpen Park, com tirolesa e pista de trenó em meio às montanhas, com direito a curvas acentuadas e muita adrenalina.

Ao circular pelo Centro da cidade, tomado por casinhas que mais parecem de bonecas, não deixe de reparar no charme das varandas, decoradas com cortinas coloridas e bichinhos de pano. Caso o passeio aconteça no inverno, em especial no mês de junho, fique atento à programação do emocionante Festival Internacional de Teatro de Bonecos – além dos espetáculos fechados, há apresentações gratuitas em praças e ruas. Já no final do ano, o Sonho de Natal colore e ilumina cada cantinho de Canela com decoração especial, paradas e shows.

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[Fonte: Férias Brasil]

Quinta da Boa Vista

Por , 9 fevereiro, 2012 08:11

Quinta da Boa Vista

A Quinta da Boa Vista localiza-se no bairro de São Cristovão, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.

182 watermark 658x186 quinta da boa vista Quinta da Boa Vista

Constitui atualmente um parque público de grande valor histórico. Nas dependências da Quinta localizam-se ainda o Jardim Zoológico do Rio de Janeiro e o Museu Nacional do Brasil, instalado no local do antigo Paço de São Cristóvão (também conhecido como Palácio Imperial ou Palácio de São Cristóvão), sendo este edifício um magnífico palácio em estilo neoclássico, utilizado no século XIX como residência pela Família Imperial Brasileira.

História

Antecedentes

Nos séculos XVI e XVII, a área onde atualmente se localiza a Quinta, integrava uma fazenda dos Jesuítas nos arredores da cidade do Rio de Janeiro. Com a expulsão da Ordem em 1759, a propriedade foi desmembrada, tendo passado à posse de particulares.

Quando da chegada da Família Real ao Brasil em 1808, a Quinta pertencia ao comerciante português Elias Antônio Lopes, que havia feito erguer, por volta de 1803, um casarão sobre uma colina, da qual se tinha uma boa vista da baía de Guanabara – o que deu origem ao atual nome da Quinta.

Residência Real

Dada a carência de espaços residenciais no Rio de Janeiro e diante da chegada da Família Real em 1808, Elias doou a sua propriedade ao Príncipe-Regente D. João, que decidiu transformá-la em Residência Real. Este foi um belo golpe de estratégia de Elias pois sendo conhecido por ter a melhor casa do Rio e ao oferecer tal tesouro ao Principe, foi recompensado com outra propriedade que, embora fosse mais simples em estrutura era bastante boa comparada com a possibilidade de não ter nenhuma caso não tivesse avançado tão habilidosamente. O Principe sentiu-se muito honrado com o gesto e a Quinta passaria a ser a sua morada permanente no Brasil.

À época, a área da Quinta ainda estava cercada por manguezais e a comunicação por terra com a cidade era difícil. Mais tarde, os trechos alagadiços foram aterrados e os caminhos por terra aprimorados.

250px QuintaBoaVista2 Quinta da Boa VistaPara acomodar a Família Real, o casarão da Quinta, mesmo sendo vasto e confortável, necessitou ser adaptado. A reforma mais importante iniciou-se à época das núpcias do Príncipe D. Pedro com Maria Leopoldina de Áustria (1816), estendendo-se até 1821. Foi encarregado do projeto o arquiteto inglês, John Johnston, que, além da reforma do paço, fez instalar um portão monumental em sua entrada, presente de casamento do general Hugh Percy, 2.° Duque de Northumberland. O portão, inspirado no pórtico de Robert Adams para a “Sion House“, residência daquele nobre na Inglaterra, é moldado em uma espécie de terracota, denominada “Coade stone“, fabricada pela empresa inglesa Coade & Sealy.

Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, esse portão encontra-se atualmente destacado, como entrada principal, no Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, nas dependências da Quinta.

É de destacar a linha arquitéctonica deste paço em próxima semelhança do Palácio da Ajuda que deixado para trás em Lisboa acabou por ficar inacabado, ganhando o da Quinta da Boa Vista o relevo merecido como nova capital dos Reinos.

Residência Imperial

Com a Independência do Brasil, D. Pedro I encarregou das obras do agora Paço Imperial o arquiteto português Manuel da Costa (1822-1826), posteriormente substituído pelo francês Pedro José Pezerát (1826-1831), creditado como autor do projeto em estilo neoclássico do edifício.

O Paço, que tinha apenas um torreão no lado Norte da fachada principal, ganhou outro simétrico, no lado Sul, e um terceiro pavimento começou a ser erguido sobre os dois já existentes. As obras foram continuadas a partir de 1847 pelo brasileiro Manuel Araújo de Porto-Alegre, que harmonizou as fachadas do edifício, seguido pelo alemão Theodore Marx (1857 e 1868). Entre 1857 e 1861 o pintor italiano Mario Bragaldi decorou vários dos aposentos interiores.

Após o casamento em 1817, D. Pedro e a Imperatriz, D. Leopoldina, passaram a residir no Paço. Ali nasceram a futura Rainha de Portugal, D. Maria II (4 de abril de 1819), e o futuro Imperador do Brasil, D. Pedro II (2 de dezembro de 1825). Também ali veio a falecer, em 1826, a Imperatriz, de parto.

Próximo à Quinta, em um casarão presenteado por D. Pedro I, vivia Domitília de Castro e Canto Melo, Marquesa de Santos, favorita do Imperador, com quem teve vários filhos.

Na Quinta cresceu, foi educado e viveu D. Pedro II. Entre as reformas que este Imperador empreendeu na propriedade contam-se as enormes obras de embelezamento dos jardins, executadas por volta de 1869, com projeto do paisagista francês Auguste François Marie Glaziou, as quais, muitas características originais permanecem até os dias atuais, como a Alameda das Sapucaias, um lago onde hoje pode-se andar de pedalinhos e outro onde se encontra uma gruta artificial onde pode-se alugar canoas a remo.

No Paço nasceu, em 29 de julho de 1846, a Princesa Isabel, filha de D. Pedro II com D. Teresa Cristina.

A República Velha

Com o advento da República, a Quinta sediou os trabalhos da Assembléia Nacional responsável pela Constituição Brasileira de 1891. Em 1892, o diretor do Museu Nacional do Brasil, Ladislau Neto, conseguiu que a instituição fosse transferida do Campo de Santana para o Palácio. À época, os jardins conheceram um longo período de abandono mas, em 1909, o presidente Nilo Peçanha mandou restaurá-los e cercá-los, conservando as características que lhe foram dadas por Glaziou.

Por outro lado, o palácio foi desprovido de suas características internas originais, destruídas ou vendidas após a Proclamação da República.

A Quinta em nossos dias

250px QUINTA BV RJ Brazil Quinta da Boa VistaAtualmente, a Quinta da Boa Vista funciona como um parque, abrigando o Jardim Zoológico da Cidade, o Museu da Fauna e, no antigo paço, o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, administrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O prédio do palácio, em péssimo estado de conservação durante décadas, está sendo restaurado neste momento e já recuperou as cores e ornamentos originais da grande fachada. Obras no telhado, em algumas salas e nas fachadas laterais também encontram-se em fase de execução neste momento.

Porém, nos jardins , algumas das características dadas por Glaziou vem sendo gradualmente perdidas, com o plantio continuo de árvores de diversas espécies sobre os gramados da quinta, pela Prefeitura Cidade do Rio de Janeiro, sem quaisquer estudos históricos ou paisagísticos para sua implantação, descaracterizando o parque. Além de alguns monumentos depredados, como o monumento em homenagem ao centenario natalício de D. Pedro II, em frente ao paço, cujas inscrições encotram-se muito deterioradas.

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[Fonte: Wikipédia]

Monte Kilimanjaro

Por , 8 fevereiro, 2012 09:58

Monte Kilimanjaro

“O Kilimanjaro é protegido por um parque designado Parque Nacional do Kilimanjaro, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.”

181 watermark 658x186 kilimanjaro Monte Kilimanjaro

O Monte Kilimanjaro (Oldoinyo Oibor, que significa montanha branca em Masai, ou Kilima Njaro, montanha brilhante em kiSwahili), localizado nas coordenadas 3º07 S e 37º35 E, no norte da Tanzânia, junto à fronteira com o Quénia, é o ponto mais alto de África, com uma altitude de 5.895 m no Pico Uhuru. Este antigo vulcão, com o topo coberto de neves eternas, ergue-se no meio de uma planície de savana, oferecendo um espectáculo único.

O Monte e as florestas circundantes, com uma área de 75353 ha, possuem uma fauna rica, incluindo muitas espécies ameaçadas de extinção e constituem um parque nacional que foi inscrito pela UNESCO em 1987 na lista dos locais que são Património da Humanidade.

O complexo do Monte Kilimanjaro com as suas florestas, localizado entre 2°50-3°20S, 37°00-37°35E, tinha sido considerado uma reserva de caça pelo governo colonial alemão nos princípios do século XX, mas foi considerado uma reserva florestal em 1921, até que, em 1973, foi declarado como Parque Nacional.

Geologia

627 g Monte KilimanjaroPor se encontrar na margem oriental do Vale do Rift, o Monte Kilimanjaro, que mostra ter tido grande actividade vulcânica no Pleistoceno, não se encontra totalmente isolado na planície africana, mas está acompanhado por três outros cones vulcânicos, orientados num eixo este-sudoeste: o mais antigo, Shira, a oeste, com uma altitude de 3962 m, Mawenzi a leste, com uma altitude de 5149 m e, entre eles, Kibo, que é o mais recente e mostra ainda sinais de actividade, na forma de fumarolas. Entre o Kibo e o Mawenzi há uma plataforma com cerca de 3600 ha, chamada a “sela” (“the Saddle”, em inglês), que forma a maior área de tundra de altitude em África.O Monte é o mais bonito de todos

História

Antes do século XIX, algumas raras crônicas, como a do geógrafo egípcio Ptolomeu, mencionaram a existência de uma montanha branca no coração da África. Em 1845, o geógrafo britânico William Cooley, certo da sua existência, afirma que a montanha mais conhecida da África oriental é recoberta de rochas vermelhas.

Em maio de 1848, o missionário Joseph Rebmann explora a região Chagga e acaba por se aproximar da montanha: Ali pelas 10 horas, vi alguma coisa branca no topo de uma montanha, e acreditei que se tratasse de nuvens, mas meu guia me disse que era o frio; então, reconheci com satisfação esta velha companheira dos europeus, que chamamos neve. Sua descoberta, divulgada em abril de 1849 no Church Missionary Intelligencer, é contestada em Londres.

Foi somente em 1861 que uma expedição, dirigida pelo barão alemão Klaus von der Decken e pelo botânico inglês Richard Thornton, permitiu constatar que se tratava realmente de um pico com neves eternas.

Em 1883, o inglês Joseph Thomson, seguido do conde Teleki, atacam o pico, mas não passam dos 5300 m. Após dois fracassos, Hans Meyer, em 6 de outubro de 1889, consegue alcançar o topo do Kilimanjaro, acompanhado de seu amigo Ludwig Purtscheller e do guia chagga Lauwo. Este teria morrido com 127 anos em 1997, mas talvez essa história seja apenas uma lenda, como a história da presença de um cadáver congelado de leopardo, encontrado a 5.500 m.
Picos mais altos de cada um dos sete continentes

O Kilimanjaro é protegido por um parque designado Parque Nacional do Kilimanjaro, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.

O degelo das geleiras no topo do Kilimanjaro é uma realidade. Estimadas em cerca 12 km² de extensão em 1900, recobrem hoje somente 2 km², e neste ritmo irão desaparecer em 2020. O aquecimento geral da Terra não explica este fenômeno, que pode também ser causado por uma lenta retomada da atividade vulcânica, que se manifesta por pequenas fumaças.

A ascensão é tecnicamente fácil, mas longa e penosa pelo frio e pela altitude. A via mais freqüentada é a via Marangu. As outras vias praticadas são as vias Machame, Mweka e Shira. Aproximadamente 20000 pessoas tentam todos os anos alcançar o topo. Este número é controlado pelas autoridades da Tanzânia.

Um dos mais belos contos de Ernest Hemingway – talvez seu mais belo texto – chama-se As neves do Kilimanjaro. Há um trecho antológico: Era o topo do Kilimanjaro. Compreendeu, então, que era para lá que se dirigiam.

Como curiosidade, o Kilimanjaro é o ponto mais alto da Terra a ter cobertura GSM para telefones celulares (telemóveis).

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[Fonte: moo]

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