A Lenda de Atlântida

Por , 29 dezembro, 2011 09:19

A Lenda de Atlântida

“Atlântida teria sido um paraíso”

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Segundo a lenda, há muito tempo teria existido um grande continente, chamado Atlântida ou Atlantis. Situava-se no meio do oceano que recebeu o seu nome- o oceano Atlântico- em frente às Portas de Hércules de que nos fala a Mitologia Grega. Essas portas erguiam-se no local onde hoje está o Estreito de Gibraltar, fechando por completo o Mar Mediterrânico.

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Hipóteses sobre a localização geográfica de Atlântida

 A Lenda

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Ilustração de Lloyd K. Townsend.

Atlântida teria sido um paraíso, uma lendária ilha cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida“. Era composta de exóticas paisagens, com clima agradável e belas florestas, ao lado de extensas e férteis planícies. Os animais eram dóceis, porém fortes. E havia as cidades, grandes e pequenas. Os atlantes eram senhores de uma civilização muito avançada. Palácios e templos cobertos de ouro e outros metais preciosos destacavam-se numa paisagem onde o campo e a cidade conviviam em harmonia. Jardins, fontes, ginásios, estádios, estradas, aquedutos, pontes. Estavam por todo o lado e a disposição de todos. Desta abundância nasceram e prosperaram as artes e as ciências. Eram muitos os artistas, músicos e grandes sábios.

Mas não viviam completamente tranquilos, pois não estavam sozinhos no mundo. Em razão disso, apesar de cultivarem a paz e a harmonia nunca deixaram de praticar as artes da guerra, já que vários povos, movidos pela inveja, cobiçando a sua riqueza, tentavam conquistar o continente. As vitórias obtidas contra os invasores foram tão grandiosas que logo despertaram  o orgulho e a ambição de passar ao contra ataque. Já não pensavam em apenas defenderem-se, mas em  aumentar o território de Atlântida. Assim o poderoso exército Atlante preparou-se para a guerra e aos poucos foi conquistando grande parte do mundo conhecido, dominando vários povos e várias ilhas em seu redor, uma grande parte da Europa Atlântica e parte do Norte de África. Os seus corações até então puros foram endurecendo como as suas armas. Enquanto se perdia a inocência nascia o orgulho, a vaidade, o luxo desnecessário, a corrupção e o desrespeito para com os deuses. Poseidon convocou então os outros deuses para julgar os atlantes e decidiu aplicar-lhes um castigo exemplar. E como consequência vieram terríveis desastres naturais.

As terras da Atlântida estremeceram violentamente, o dia fez-se noite, e logo em seguida surgiu o fogo queimando as florestas e campos de cultivo. O mar inundou a terra de Atlântida com ondas gigantes, engolindo as aldeias e cidades. Em pouco tempo  Atlântida desaparecia para sempre.

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[Fonte: Sohistoria]

Aurora Boreal

Por , 27 dezembro, 2011 08:43

Aurora Boreal

“A Aurora Boreal pode se expressar de diversas formas”

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A Aurora Polar é também conhecida como Aurora Boreal, no hemisfério norte – ela é assim chamada por Galileu Galilei, em homenagem à deusa romana do alvorecer, e ao deus que rege os ventos do Norte, seu filho, Bóreas -, e Aurora Austral, no hemisfério sul, designada desta forma pelo navegador inglêsJames Cook, ao se referir à sua localização, o Sul.

Este fenômeno, um sublime espetáculo de luzes e cores, é na verdade um evento inerente ao campo visual, próprio do espaço polar de nosso Planeta, embora não se limite apenas à Terra, ocorrendo também em Júpiter, Saturno, Marte e Vênus. Ele acontece em virtude do choque produzido por partículas de vento solar no perímetro magnético terrestre. Geralmente estas luzes se manifestam nos períodos que vão de setembro a outubro e de março a abril. Apesar da beleza natural deste processo, ele pode ser igualmente reproduzido por meio de explosões nucleares ou em pesquisas laboratoriais.

1 4e4017a09b Aurora BorealA Aurora Boreal pode se expressar de diversas formas – sob a aparência de pontos de luz, como faixas horizontais ou pequenos círculos luminosos -, embora estejam constantemente ajustados à linha do campo magnético do Planeta. Em vários momentos estas luzes se exprimem em diversas cores, simultaneamente. Em outros, elas compõem semicircunferências que se metamorfoseiam o tempo todo.

A Aurora Polar da Terra é desencadeada pela manifestação de elétrons portadores de uma carga energética equivalente a um espectro que vai de um a quinze keV, somados a prótons e partículas alfa, e a luz emerge justamente quando eles se chocam com os átomos do espaço no qual respiramos, principalmente com fragmentos de oxigênio e nitrogênio, normalmente em altitudes que variam entre 80 e 150 km. Processa-se então um fenômeno de ionização, dissociação e estimulação de partículas.

Durante a ionização, os elétrons são deslocados do átomo, levam consigo a energia despertada e geram uma espécie de efeito em cadeia da produção de espécies químicas eletricamente carregadas, por perda de elétrons, em outros átomos. Este estímulo tem como conseqüência um ato de emissão energética, gerando no átomo uma condição de total inconstância. Estes estados de instabilidade enviam ondas luminosas em freqüências vibratórias típicas, enquanto tendem a encontrar o equilíbrio.

1 473c18dac2 Aurora BorealGeralmente a impressão  luminosa é comandada pelo envio de partículas de oxigênio a altos níveis da atmosfera, aproximadamente por volta de 200 km de altitude, o que causa a produção de tons verdes. Porém, quando são desencadeados intensos temporais, alturas menos elevadas da atmosfera são golpeadas, gerando tonalidades vermelhas mais escuras, devido à presença de átomos de nitrogênio em grande quantidade, seguidos pelos de oxigênio.

Apesar do espetáculo oferecido à visão pela Aurora Boreal, os ventos solares intervêm nos sistemas de comunicação terrestres e nos mais variados mecanismos eletrônicos criados pelo Homem, provocando grandes prejuízos à criação humana. Ao longo da história, cientistas e exploradores vêm se referindo a prováveis sons provocados por este fenômeno, embora ninguém nunca os tenha reconhecido oficialmente, por serem ainda divergentes do conhecimento adquirido pela Humanidade. A Aurora Boreal é também muito presente na mitologia nórdica, que reserva a este evento belas páginas da literatura, passagens marcantes e poéticas que descrevem estas luzes como espíritos elevados ou estrelas com potencial destrutivo, e até mesmo a Bíblia se refere a este fenômeno em um trecho do Livro de Ezequiel. Atualmente, até mesmo o cinema tem protagonizado este espetáculo em suas telas, cativando platéias do mundo inteiro em filmes como Happy Feet. Ela também está presente na música, na poesia e nos jogos eletrônicos.

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[Fonte: InfoEscola]

Chegou o Verão!

Por , 22 dezembro, 2011 08:58

Chegou o Verão!

Instalam-se as altas temperaturas.

164 watermark 658x186 verao Chegou o Verão!

Normalmente é um período de férias, festivais culturais, viagens ao litoral, praia, água de coco, piscinas lotadas, muito consumo de sorvete e bebidas geladas. Mas também há os riscos de desidratação, meningites e problemas respiratórios, com a emergência do clima mais quente e seco.

Neste momento os dias se alongam, as noites são mais curtas. Esta celebrada estação tem início, no Hemisfério Norte, onde é conhecido como Verão Boreal, mais ou menos em 21 de junho, data que marca o solstício, e tem fim no equinócio outonal, no dia 23 de setembro.

Já no Hemisfério Sul, o Verão Austral principia com o Solstício, por volta do dia 21 de dezembro, e se encerra com a chegada do equinócio de Outono, em meados do dia 20 de março.

Nos primórdios da Humanidade, costumava-se considerar a existência de cinco estações, pois o Verão era fracionado em duas porções – o Verão em si, com clima quente e repleto de chuva, quase sempre se iniciando no final da Primavera; e o estio, pontuado por altas temperaturas e atmosfera seca, daí se origina a expressão ‘estiagem’, hoje raramente utilizada como sinônimo de Verão.

1 14457f50df Chegou o Verão!Esta estação é conhecida como a que mais apresenta pancadas de chuvas, especialmente em áreas com a temperatura mais precisa. Com o clima muito quente, torna-se mais propício ocorrer a evaporação das águas. Assim, são mais freqüentes os altos índices pluviométricos.

Na tradição Wicca, o Solstício de Verão é conhecido como Litha, quando então o Sol chega ao seu ponto máximo de vitalidade, tornando então a extinguir-se. Desta forma, os dias começam a se reduzir, e as noites vão ficando mais longas.

Ainda segundo esta cultura espiritual, o sabá conhecido como Samhain – Halloween – festeja o fim do Verão, bem como o Ano Novo dos celtas e o Festival dos Mortos, conhecido também como Terceiro Festival da Colheita. De acordo com algumas práticas Wicca, neste período se consagra a viagem do Deus para a ‘terra de verão’.

Este é, portanto, o momento em que se revelam as passagens existentes entre os dois mundos e, simultaneamente, principia-se um novo ciclo, ou seja, uma nova estação.

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[Fonte: InfoEscola]

Coala (Phascolarctos Cinereus)

Por , 21 dezembro, 2011 08:39

Coala (Phascolarctos Cinereus)

“Seu tamanho pode atingir os oitenta centímetros de comprimento; e a massa, quinze quilos.”

163 watermark 658x186 koala Coala (Phascolarctos Cinereus)

Reino Animalia
Filo Chordata
Classe Mammalia
Ordem Diprotodontia
Família Phascolarctidae
Gênero Phascolarctos
Espécie Phascolarctos cinereus

Os Coalas, ou Koalas, são encontrados unicamente na Austrália. Seu tamanho pode atingir os oitenta centímetros de comprimento; e a massa, quinze quilos. Tais mamíferos possuem pelagem densa, de coloração geralmente cinza ou marrom, e branca na região ventral. Os olhos são consideravelmente separados e o focinho é bem característico: curto, achatado e com grandes narinas. A cauda é ausente, as orelhas são grandes e peludas e em todas as suas patas são encontrados cinco dedos. Todos eles, exceto os polegares posteriores, formam garras. Apenas as fêmeas apresentam bolsa marsupial, também chamada de marsúpio, localizada nas costas.

 Coala (Phascolarctos Cinereus)É no marsúpio que o filhote ficará durante a maior parte de seu desenvolvimento. Ao nascer, pouco mais de um mês após a fecundação, ele se direciona a esta estrutura, local em que ficará por aproximadamente mais seis meses, até sua completa formação. Depois disso, passará boa parte do tempo agarrado à mãe, retornando ali somente para mamar e dormir. A partir dos doze meses de idade, os coalas já se apresentam independentes, sendo capazes de se reproduzirem entre os 3 e 4 anos; e viverem por 20 anos.

A época reprodutiva dura aproximadamente quatro meses, sendo o ato sexual executado em poucos segundos, em posição vertical, em galhos de eucalipto. Os machos são poligâmicos, e não desenvolvem cuidado parental com suas crias.

Tal animal raramente é visto no solo, uma vez que costuma viver nas copas de eucaliptos – hábito este auxiliado por suas garras resistentes. Herbívoro, alimenta-se unicamente de folhas de algumas poucas espécies desta planta, de onde também retira água em quantidades necessárias para sua sobrevivência. Assim, este nome, coala, não é por um acaso: na linguagem aborígene, significa “aquele que não bebe”.

Ainda sobre relações alimentares, o coala possui poucos predadores naturais. Os principais são o cachorro-selvagem (Canis lupus dingo), que se alimenta daqueles mais debilitados; e o ser humano, no caso, os aborígenes.

No entanto, o que mais afeta suas populações são as secas, as queimadas, e a destruição de seu hábitat. Tais fatores fazem com que os sobreviventes tenham como opção principal a migração para outras regiões. Não raramente, chegam próximos a habitações humanas, aumentando os riscos de serem atropelados, ou mesmo caçados por cães de guarda ali encontrados.

No passado, com a chegada dos europeus, os referidos povos passaram a utilizar a pele dos coalas como troféu e matéria-prima para adornos, o que também contribuiu para a redução de indivíduos em território australiano.

Graças a ações conservacionistas como a proteção da espécie, cedida pelo governo; conscientização dos nativos, criação de santuários e reintrodução da espécie em regiões em que já se encontravam em extinção; na atualidade, os coalas se encontram fora de perigo, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, IUCN.

Curiosidades:

- Coalas não são ursos, uma vez que não pertencem à Ordem Carnivora e Família Ursidae.
- Quando necessário, os coalas podem nadar, sendo consideravelmente bons nesta tarefa;
- Coalas comem cerca de meio quilo de folha, diariamente;
- Quando ameaçados, se escondem ao invés de fugir.

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[Fonte: Brasil Escola]

Windsurf

Por , 20 dezembro, 2011 14:24

Windsurf

O windsurf, windsurfe ou prancha à vela é uma modalidade olímpica de vela.

162 watermark 658x186 windsurf Windsurf

No mundo, o Havaí, Ilhas Canárias e praias do Caribesão considerados ótimos lugares para a prática do windsurf. É praticado com uma prancha idêntica à prancha de surf e com uma vela entre 2 e 5 metros de altura e consiste em planar sobre a água utilizando a força do vento.

 WindsurfOrigem

Velejadores na prática do esporte.

Criado pelo casal Newman e Naomi Darby na década de 1960, surgiu o protótipo do Windsurf. No entanto, a criativa idéia não foi bem recepcionada, e o casal desistiu da invenção antes de patenteá-la. Alguns anos mais tarde, em 1965, Hoyle Schweitzer (empresário e surfista) e Jim Drake (engenheiro aerospacial e velejador), dois amigos que procuravam unir características do surf com o velejo, patentearam o equipamento em 1968 e o batizaram de windsurf. Actualmente existem muitos websites e blogs que divulgam a modalidade (ex. windaddicts).

O Windsurf no Brasil

O esporte é organizado pela Confederação Brasileira de Vela e Motor, mas existem também a Associação Brasileira de Windsurf que atua de forma mais específica na regulação e promoção do windsurf no Brasil.

No Brasil destacam-se algumas localidades para a prática do windsurf tais como: Vitória no Espírito Santo, Búzios e Araruama no Rio de Janeiro, Praia de Búzios e São Miguel do Gostoso no Rio Grande do Norte, Rio Grande, Tapes e Osório no Rio Grande do Sul, Ilhabela em São Paulo, Ibiraquera e Florianópolis em Santa Catarina, e Fortaleza , Jericoacoara no Ceará, Três Marias em Minas Gerais e a Lagoa dos Ingleses em Nova Lima.

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[Fonte: Wikipédia]

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