Ártico (Pólo Norte)
Ártico (Pólo Norte)
“O Ártico é um local de temperaturas baixas constantes que o mantém congelado durante quase todo o ano”
O Ártico é a região no Pólo Norte que se encontra dentro do Círculo Polar Ártico (paralelo que limita o Pólo Norte do planeta) e abrange algumas localidades ao redor onde a temperatura no verão inferior a 10ºC. Fazem parte da região Ártica territórios da Rússia, Escandinávia, Alasca, Canadá, Groenlândiae o Oceano Ártico.
O primeiro navio a chegar ao Pólo Norte foi o quebra-gelo nuclear “Arktika” em 1977, mas, antes dele o primeiro explorador a chegar ao Pólo Norte foi Robert Edwin Peary e seu assistente Matthew Henson acompanhados de mais 5 esquimós em 1909.
O Ártico é um local de temperaturas baixas constantes que o mantém congelado durante quase todo o ano e podem chegar a -60ºC, o que também contribuiu para a baixa densidade demográfica do local. A população do Ártico se restringe às regiões mais ao norte dos continentes que o circundam, sendo que o Pólo Norte é inabitado. As principais cidades da região são Murmansk e Norilsk na Rússia com 325.100 e 135.000 habitantes respectivamente.
Os principais habitantes do Ártico são os esquimós que ficam em regiões do Canadá, Sibéria, Alasca e Groenlândia. São famosos pelos seus trenós puxados por cães e por terem baixa estatura, olhos puxados e maçãs do rosto salientes. Estima-se que atualmente existam mais de 100 mil esquimós no Ártico.
Acredita-se que os esquimós siberianos sejam descendentes de tribos mongóis que teriam migrado para a região e se estabelecido por lá com seus cães por volta de 1.000 a.C. Os esquimós na verdade, distribuem-se em diversos grupos diferentes com dialetos característicos como os Inuit, Alutiit, Yuoik e Inupiat.
O chamado Pólo Norte (que faz parte da região Ártica) é uma enorme calota de gelo que permanece congelada durante todo o ano, podendo dobrar de tamanho no inverno. Às placas de gelo que se formam sobre o mar dá-se o nome de banquisas.
Na região Ártica encontramos a última faixa de floresta perene, a Taiga. Também conhecida como floresta de coníferas ou floresta boreal, ela pode ser encontrada em regiões do Canadá, Alasca, Groenlândia, Sibéria e outras regiões fora do Ártico, assim como a Tundra, que também é característica de climas frios.
Quanto a fauna, na região Ártica podem ser encontrados os ursos polares, a rena, o caribu, o boi almiscarado, a baleia, o leão marinho, o narval, e diversas espécies de peixes como o salmão e o bacalhau.
Contudo, não se deve confundir o Pólo Norte Magnético com o Pólo Norte Geográfico. O primeiro não tem uma posição fixa. Acredita-se inclusive que em algum momento da história o Pólo Norte tenha estado no hemisfério sul do planeta. Aliás, o Pólo Norte Magnético de que falamos, na verdade está mais próximo do Pólo Sul (e não no norte). O que acontece é que para facilitar a navegação, convencionou-se chamá-lo de Pólo Norte (mesmo que ele seja o sul) para que não houvesse confusão entre as coordenadas.
Esse fenômeno ocorre porque as correntes elétricas que fluem no núcleo metálico em estado de fusão no centro da terra gerariam o campo magnético do planeta (digo gerariam porque, na verdade, os fenômenos que criam o campo magnética ainda não são de todo conhecidos). A existência desse campo magnético, por sua vez, gera um fenômeno conhecido como aurora boreal que ocorre quando as partículas eletricamente carregadas, transportadas pelo vento solar, chocam a grande velocidade com os átomos e moléculas da atmosfera terrestre, provocando uma excitação dos átomos e moléculas que emitem um fotão luminoso quando se descarregam.
—–
[Fonte: InfoEscola]










Sua extensão é de 446 km, com uma largura de cerca de 29 km. Aproximadamente 2 bilhões de anos da história geológica da Terra estão à mostra no local, efeito da passagem do rio Colorado e de seus tributários, que literalmente “esculpem” a rocha camada sob camada, enquanto que a planície do colorado, devido a movimentos tectônicos, foi gradualmente elevando-se.
Antes da imigração europeia para a região, esta era habitada por indígenas, que construíram povoados ao longo da depressão, bem como em várias cavernas. Os índios pueblo (assim denominados por terem sido encontrados pelos espanhóis, que batizaram tais grupos de acordo com o modo como viviam, em vilarejos similares ao estilo europeu, daí, o nome “pueblo” – vilarejo em espanhol), consideravam Ongtupqa (o nome do Grand Canyon em língua hopi) um local sagrado, ao ponto de realizarem peregrinações de cunho religioso até o local. O primeiro europeu a ter visto o Grand Canyon parece ter sido o espanhol Garcia López de Cárdenas, que o avistou por volta de 1540.










