A Naja

Por , 30 setembro, 2011 11:05

A Naja

É a cobra famosa que os encantadores de serpentes exibem nas praças públicas.

127 watermark 658x186 a naja A Naja

Naja é um gênero de serpentes da família Elapidae (cobras)Francine, natural do Sul da Ásia e da África. São conhecidas pelos nomes populares de cobra, cobra-capelo, cobra-de-capelo (também escrito cobra de capelo ou cobra capelo) ou naja. São animais peçonhentos, agressivos e bastante perigosos. Algumas espécies têm a capacidade de elevar grande parte do corpo e/ou de cuspir o veneno para se defender de predadores a distâncias de até dois metros. Outras espécies, como por exemplo a Naja tripudians, dilatam o pescoço quando o animal é enraivecido. A artimanha serve para “aumentar” seu tamanho aparente e assustar um possível predador. Atrás da cabeça, a naja também pode possuir um círculo branco parecido com um olho, também eficaz em amedrontar agressores que a confundam com um animal maior e mais perigoso.

As najas são os animais tipicamente utilizados pelos célebres encantadores de cobras da Índia; no entanto elas apenas acompanham o movimentos da flauta, já que cobras não possuem audição.

Espécies

  • Naja anchietae (Bocage, 1879)
  • Naja annulifera (Peters, 1854)
  • Naja ashei (Wüster and Broadley, 2007)
  • Naja atra (Cantor, 1842)
  • Naja dewarycam (Cantor, 1842)
  • Naja haje (Linnaeus, 1758)
  • Naja kaouthia (Lesson, 1831)
  • Naja melanoleuca (Hallowell, 1857)
  • Naja mossambica (Peters, 1854)
  • Naja naja (Linnaeus, 1758)
  • Naja nigricollis (Reinhardt, 1843)
  • Naja nivea (Linnaeus, 1758)
  • Naja oxiana (Eichwald, 1831)
  • Naja pallida (Boulenger, 1896)
  • Naja philippinensis (Boulenger, 1896)
  • Naja sagittifera (Wall, 1913)
  • Naja ryccpuder (Peters, 1861)
  • Naja siamensis (Laurenti, 1768)
  • Naja sputatrix (Boie, 1827)
  • Naja sumatrana (Müller, 1890)

—–

[Fonte: Wikipédia]

Salar de Uyuni

Por , 29 setembro, 2011 12:02

Salar de Uyuni

O Salar de Uyuni é a maior planície salgada do mundo.

126 watermark 658x186 salar de uyuni Salar de Uyuni

Está localizado no Departamento de Potosí e no Departamento de Oruro, no sudoeste da Bolívia, no altiplano andino, a 3.650m de altitude.

Cerca de 40.000 anos atrás, a área era parte do Lago Michin, um gigantesco lago pré-histórico. Quando o lago secou, deixou como remanescentes os atuais lagos Poopó e Uru Uru, e dois grandes desertos salgados, Coipasa (o menor) e o extenso Uyuni. O Salar de Uyuni tem aproximadamente 12.000 km² de área, ou seja, é maior que o lago Titicaca, situado na fronteira entre o Peru e a Bolívia e que apresenta aproximadamente 8.300 km².

283px Piles of Salt Salar de Uyuni Bolivia Luca Galuzzi 2006 a Salar de UyuniEstima-se que o Salar de Uyuni contenha 10 bilhões de toneladas de sal, das quais menos de 25.000 são extraídas anualmente. Além da extração de sal, o salar também é um importante destino turístico. Seus principais pontos de visitação são o hotel de sal, desativado, e a Ilha do Pescado, com suas formações de recife e os cactos de até 10 metros de altura.

No início de novembro, quando começa o verão, é lar de três espécies sul-americanas de flamingos: o chileno, o andino e o flamingo de James. Os flamingos aparecem no verão pois é quando se inicia o período de chuvas e também quando acontece o descongelamento das geleiras nos Andes que deixa o salar coberto de água, tornando-o um imenso lago com profundidade média de 30 cm. Nesse período, ele parece um enorme espelho que se confunde no horizonte com o céu. Assim os passeios ficam restritos a algumas áreas. Entretanto, entre abril e novembro todo o salar fica acessível, pois torna-se um imenso deserto seco com uma paisagem ainda mais exótica.

283px Ilha do Pescado Salar de UyuniO salar é composto por aproximadamente 11 camadas com espessuras que variam entre 2 e 10 metros, sendo a mais externa de 10 metros. A profundidade total é estimada em 120 metros e é composta de uma mistura de salmoura e barro lacustre. O salar é também uma das maiores reservas de lítio do mundo, além de conter importantes quantidades de potássio, boro e magnésio.

Além do deserto de sal, ilha do Pescado e as lagoas coloridas onde se vê os flamingos, é possível, num mesmo “tour”, conhecer lagoas de águas termais, sendo uma delas formada de piscinas e a outra natural. Também existem geiseres que exalam vapor a uma temperatura de 38°C, a mesma temperatura da água. Outro local interessante é um cemitério com ossadas de antigos moradores da região.

A origem do sal provavelmente está relacionada com a imensa quantidade de vulcões no entorno do Salar de Uyuni já que situa-se sobre uma região de altiplano, 3650 m acima do nível do mar. A concentração do sal é também facilitada pelo fato de ser uma região muito árida.

—–

[Fonte: Wikipédia]

Cordilheira dos Andes

Por , 27 setembro, 2011 11:12

Cordilheira dos Andes

O que é a Cordilheira dos Andes?

125 watermark 658x186 cordilheira dos andes Cordilheira dos Andes

A Cordilheira dos Andes (em língua quechua: Anti(s)) é uma vasta cadeia montanhosa formada por um sistema contínuo de montanhas ao longo da costa ocidental da América do Sul, sendo a formação geológica da mesma datada do período Terciário. A cordilheira possui aproximadamente 8000 km de extensão. É a maior cadeia de montanhas do mundo (em comprimento), e em seus trechos mais largos chega a 160 km do extremo leste ao oeste. Sua altitude média gira em torno de 4000 m e seu ponto culminante é o pico do Aconcágua com 6962 m de altitude.

A Cordilheira dos Andes se estende desde a Venezuela até à Patagônia, atravessando todo o continente sul-americano, caracterizando a paisagem do Chile, Argentina, Peru, Bolívia, Equador e Colômbia, também conhecidos como países Andinos.

Nos territórios da Colômbia e da Venezuela a cordilheira se ramifica e se prolonga até quase alcançar o Mar do Caribe. Em sua parte meridional serve de longa fronteira natural entre Chile e Argentina. Na zona central, os Andes se alargam dando lugar a um planalto elevado conhecido como Altiplano, partilhado pelo Peru, Bolívia e Chile. A cordilheira volta a estreitar-se no norte do Peru e se alarga novamente na Colômbia para estreitar-se e dividir-se ao entrar na Venezuela.

Zonas

Andes Setentrionais

Ao Sul da Colômbia, na fronteira com o Equador, os Andes constituem uma só cordilheira com picos vulcânicos de até 5000 m de altitude, mas para o norte se divide rapidamente em duas cordilheiras chamadas respectivamente Ocidental e Central, e da Central se desprende a Oriental.

A Cordilheira Central está separada da Ocidental, uma distância média de 400 m, por uma falha geológica ocupada pelo rio Patía ao sul e pelo rio Cauca ao norte. A Cordilheira Oriental gradualmente se separa para o leste criando a bacia do rio mais importante da Colômbia, o rio Magdalena. Esta cordilheira se estende para o norte e penetra o território venezuelano de onde adquire o nome de Cordilheira de Mérida, cuja continuações naturais dão passo a formação Lara-Falcón e tem uma distante relação com a Cordilheira Central e a Cordilheira Oriental.

O braço ocidental, chamado Serranía del Perijá, se desprende desta para o norte formando a fronteira natural entre Colômbia e Venezuela, e gradualmente vai perdendo altitude, alcançando o Caribe em Punta Gallinas na península de La Guajira, no extremo norte da Colômbia. Em el Perijá se aproxima a Sierra Nevada de Santa Marta formando um vale rodeado pelo rio Cesar. A Sierra Nevada de Santa Marta é a estrutura montanhosa mais alta da Colômbia: 5775 m.

As três Cordilheiras possuem picos, principalmente, de formação vulcânica de mais de 4 km. A Cordilheira Central e a Oriental tem picos de mais de 5 km cobertos de neve permanentemente. Muitos destes vulcões são ativos e já causaram destruição e mortes no passado devido às explosões de gás e cinza, como também às avalanches de gelo e lodo. O ocidente do país está sujeito a uma maior atividade telúrica, o que demonstra a instabilidade de sua natureza geológica. Ao noroeste da Cordilheira Ocidental aparece um sistema montanhoso chamado Serranía del Baudó, que continua pelo Darién girando ao oeste para o Panamá.

As cidades mais importantes dos Andes Setentrionais são:

  • Bogotá, capital da Colômbia;
  • Quito, capital do Equador;
  • San Cristóbal, na Venezuela.

Andes Centrais

Os Andes Centrais se estendem desde o Nudo de Pasco até o Macizo de las Tres Cruces. A disposição dos cabos montanhosos é de dois cabos separados por um Altiplano. A altura máxima nesta região é o Nevado Sajama (6.542 m) e o Pissis (6.882 m). Se originam dois rios, o Titicaca e o Poopo. Os planaltos interiores são os pampas bolivianos, com clima árido quente, e o bioma predominante é desértico. A população se concentra mais no Altiplano e nas costas.

—–

[Fonte: Wikipédia]

As 10 Plantas Mais Bizarras da Natureza

Por , 23 setembro, 2011 10:09

As 10 Plantas Mais Bizarras da Natureza

Capazes de causar surpresa e encantamento nos mais experientes botânicos

123 watermark 658x186 plantas bizarras As 10 Plantas Mais Bizarras da Natureza

Algumas das variedades mais raras de plantas têm características únicas para adaptar-se aos seus habitats, por vezes inóspitos. Da espécie mais resistente do mundo, passando por plantas dançarinas e fétidas e belas flores gigantes. Conheça as 10 plantas mais incomuns e com a aparência mais estranha do planeta, segundo o site oddee.com.

Welwitschia mirabilis: A planta mais resistente do mundo.
Ela não é bonita de se olhar, mas esta planta comum na Namíbia é realmente um dos tipos mais curiosos encontrados na natureza. Não há realmente nada parecido. A Welwitschia tem em apenas duas folhas e um caule robusto com raízes. Duas folhas que continuam a crescer até se parecerem à juba de uma criatura da ficção científica.

Ao invés de ganhar altura, seu caule engrossa e pode chegar a quase dois metros de altura e oito metros de largura. Sua vida útil estimada é de 400 a 1,5 mil anos. Ela pode sobreviver por até cinco anos sem chuva. A planta conhecida por ser muito saborosa e é conhecida por ‘Onyanga’, que significa cebola do deserto.

Dionaea muscipula: a Vênus carnívora.
Ela é a mais famosa de todas as carnívoras, devido à natureza única, ativa e eficaz das suas armadilhas. Mas, além de famosa ela também é ameaçada de extinção. A planta tem duas folhas articuladas cobertas de uma penugem e ultrassensível que detecta a presença de tudo, desde formigas a aracnídeos. A armadilha se fecha em menos de um segundo.


Rafflesia arnoldii: A flor mais larga do mundo.

Ela é uma das plantas mais exóticas e raras do mundo, mas você provavelmente não vai querê-la no seu jardim. Apesar de bela, ela é a maior flor do mundo e, quando está florida, dela desprende um odor fétido semelhante à carne podre. Por essa característica ela é conhecida como ‘planta cadáver’ pelos nativos da Indonésia, seu país de origem.

Recentemente catalogada na família Euphorbiaceae, a Rafflesia arnoldii pode ter um metro de diâmetro e pesar de 6 a 11 kg. Ela é bela, salpicada de flores e tem uma cor vermelho ferrugem.

Suas flores duram apenas três dias por semana e esse cheiro desagradável que produz atrai insetos polinizadores que a ajudam a perpetuar a espécie. Mas apenas 10 ou 20% das mudas sobrevivem. Com alguma sorte, em nove meses ela floresce.

Desmodium Gyrans: A planta dançarina.
Esta planta foi chamada de Hedysarum por Darwin, mas botânicos modernos a chamam de Desmodium gyrans, ou – mais recentemente – de Codariocalyx Motorius. Apesar de todos esses nomes, ela é conhecida como planta dançarina em função dos graciosos movimentos das suas folhas, mesmo sem vento. Ela é uma planta de fácil cultivo.

Euphorbia obesa: a planta baseball
Euphorbia Obesa, também conhecida como a planta baseball, é natural da África do Sul. Infelizmente, a espécie está ameaçada pelas colheitas sem planejamento. Por sua aparência interessante e curiosa, a Euphorbi a é devastada pelas populações nativas. Para proteger a espécie, recentemente, sua exploração foi proibida no país. A sua cultura, no entanto, tornou-se comum em jardins botânicos pelo mundo.

Amorphophallus titanum: a Flor Cadáver
Esta flor é mais alta que um ser humano e tem um odor forte que, como a Rafflesia arnoldii, lembra carne podre. A Amorphophallus titanum da Indonésia – ou ‘flor-cadáver’ como é conhecida pelos habitantes locais – faz parte de uma rara cadeia: ela é polinizada pelos insetos que buscam carniça na selva. Esta planta da Indonésia tem a maior inflorescência do mundo.

Baobá: a árvore garrafa.
Baobá é o nome comum do gênero Adansonia, compreendendo oito espécies diferentes de árvores. Ela é nativa de Madagascar, na África, e na Austrália. O Baobá é conhecido como ‘árvore garrafa’, não só por parecer-se com uma, mas também porque é capaz de armazenar cerca de 300 litros de água. De vida longa, um baobá pode durar mais de 500 anos.

Dracaena cinnabari: a árvore sangue de dragão.
A Dracaena Cinnabari é uma árvore nativa do pequeno arquipélago de Socotra no Oceano Índico, próximo Nordeste Africano. Ela é conhecida como ‘árvore sangue do dragão’ em função da sua seiva vermelha. No passado, a seiva era muito procurada como medicamento e corante. A Dracaena cinnabari é uma das plantas mais marcantes de Socotra, ela tem uma aparência estranha, assemelhando-se a um guarda-chuva virado pelo vento. A espécie foi descrita formalmente por Isaac Bayley Balfour em 1882.

Mimosa pudica: a planta da vergonha.
Mimosa pudica, ou planta sensitiva, tem uma curiosa qualidade: as folhas se dobram para dentro e tombam quando são tocadas e, minutos depois, voltam a abrir-se. A espécie é nativa do Brasil e de todos os países da América do Sul e América Central. Ela tornou-se uma erva daninha pantropical.

Selaginella lepidophylla: a planta da ressurreição.
Também conhecida como ‘Rosa de Jericó’, a Selaginella lepidophylla é uma espécie de planta do deserto conhecida por sua capacidade de sobreviver à seca quase completa durante o tempo seco no seu habitat natural. Ela enrola-se na forma de uma bola e só se desenrola quando é exposta à umidade. É nativa do Deserto de Chihuahua.

—–

[Fonte: Terra]

Corujas

Por , 21 setembro, 2011 14:29

Corujas

As corujas são aves pertencentes à família Strigidae e à ordem Strigiformes

122 watermark 658x186 corujas Corujas

Trata-se de aves de rapina, tímidas, solitárias, discretas e de vôo silencioso, graças ao formato e à textura de suas penas. Na cultura grega eram tidas como símbolo da sabedoria, já em outras culturas esta ave era símbolo de ligação com o mundo espiritual. Estas grandes caçadoras são encontradas em quase todo o mundo, menos na Antártica, na maior parte da Groenlândiae em algumas ilhas remotas. Existem 126 espécies diferentes de corujas, 18 das quais vivem no Brasil. É um animal que não transmite doenças aos humanos.

11 e9b4f66ed3 Corujas

A coruja se alimenta de pequenos mamíferos (ratos e camundongos, por exemplo), gafanhotos, grilos, aranhas e outras aves. Costumam engolir suas presas inteiras para depois vomitar o que não aproveitam, tais como penas e pedaços de ossos. Há espécies de corujas que se especializaram na pesca (este fato pode ser observado nas Filipinas). Seus predadores naturais são: o gavião, o gato-do-mato e as cobras. Apesar do aspecto parado, a coruja é um animal bastante esperto que não facilita a vida dos seus predadores.

Estas aves possuem olhos bem grandes, rodeados por um disco de penas, voltados para frente e, portanto, com visão binocular (como o ser humano). São animais com hipermetropia, ou seja, quase não enxergam perto (a poucos centímetros), mas, em distâncias maiores, sua visão é muito boa, principalmente com pouca luz. Quando está em situações de perigo, sua cabeça gira até 180 graus e pode ser projetada para cima.

thumb 11 83feeba35f CorujasSuas orelhas não são visíveis, mas sua capacidade de audição é bastante aguçada, melhor do que a das outras aves. São capazes de caçar na escuridão, pois o formato do disco de penas ao redor dos olhos direciona o som de suas presas até os ouvidos. Sua plumagem é macia e densa, geralmente possui cores escuras misturadas com branco e/ou amarelo. Há casos de corujas totalmente brancas como a coruja polar (pólo norte).

Durante o período de reprodução, o macho oferece uma presa à fêmea, quando a presa é aceita ocorre o acasalamento. A cada postura a fêmea põe de 3 a 5 ovos, o tempo de incubação é de aproximadamente 33 dias e os filhotes começam a voar, em média, em 75 dias. As espécies maiores de corujas vivem de 15 a 20 anos.

No Brasil, a maior coruja conhecida é o mocho orelhudo (sua altura pode passar de 50 cm) e a menor, o caboré, atinge até 17 cm de altura.

—–

[Fonte: InfoEscola]

Búzios | CMMC Time Sharing - Turismo Cabo Frio | CMMC Time Sharing - Turismo Iguaba Grande | CMMC Time Sharing - Turismo Saquarema | CMMC Time Sharing - Turismo Ubatuba | CMMC Time Sharing - Turismo Águas de Lindóia | CMMC Time Sharing - Turismo Nova Friburgo | CMMC Time Sharing - Turismo Angra dos Reis | CMMC Time Sharing - Turismo

Panorama Theme by Themocracy