Cavernas Congeladas

Por , 27 julho, 2011 14:20

Fotógrafo Americano Captura Espetáculo de Cavernas Geladas

Americano Eric Guth rodou o mundo para fotografar interior de geleiras

92 watermark 658x186 cavernas congeladas Cavernas Congeladas

O americano Eric Guth, 30, rodou o mundo nos últimos cinco anos para fotografar o interior de cavernas geladas em lugares tão diversos quanto o Alasca, a Patagônia argentina, a Islândia e a Suíça.

Para produzir as imagens, Guth normalmente acampa durante dias dentro das geleiras, onde a temperatura pode baixar a até 20º C negativos.

Mas o americano diz que sempre foi fascinado desde criança por essas formações, e não se importa em desafiar o frio e os riscos de pneumonia e desabamento dentro das cavernas.

Guth, que nasceu em Portland, no Oregon, diz que sua caverna preferida está no Alasca. “As paredes são iluminadas pela luz solar indireta refletidas perto da entrada. O gelo parece rachado, mas é perfeitamente suave ao toque e deve chegar a trinta metros de espessura em algumas áreas.”

Formado em Estudos Ambientais pela Universidade do Oregon, Guth trabalhou com desenvolvimento sustentável na Costa Rica, México e Alemanha. As imagens do naturalista já lhe renderam prêmios tanto pela beleza quanto pelo registro dessas paisagens.

“Defini como minha missão encontrar os glaciais mais espetaculares no mundo, e mesmo já tendo visto dezenas, ainda fico sem palavras diante deles”, afirma.

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Patagônia, Argentina

geleiras 3 Cavernas Congeladas

geleiras 4 Cavernas Congeladas

Patagônia, Argentina

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Alpes

geleiras 9 Cavernas Congeladas

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[Fonte: Entretenimento UOL]

O Mico-leão-dourado

Por , 21 julho, 2011 15:09

Olá, amigo leitor! icon biggrin O Mico leão dourado

O Brasil tem uma fauna maravilhosa, não é?
Hoje, vim falar sobre mais um animalzinho. O Mico-leão-dourado.

Ele é muito querido e, infelizmente, mais um que está sob ameça de extinção.
Torcemos para que isso dixe de ser algo tão grande. icon smile O Mico leão dourado

Leia o post e diga o que acha do nosso amiguinho.

O Mico-leão-dourado

O mascote da conservação da biodiversidade

91 watermark 658x186 mico leao dourado O Mico leão dourado

O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) chama a atenção pela cor vibrante de seus pelos, que varia de dourado a vermelho-dourado. Assim como outros micos e saguis da família Callitrichidae, seu pequeno porte, sua longa cauda e sua agilidade fazem do mico-leão-dourado um dos mais simpáticos animais da nossa fauna.

Ele vive cerca de oito anos, tem hábitos diurnos e, à noite, dorme em ocos de árvores ou emaranhados de cipós e bromélias. Se alimenta de frutos, animais invertebrados e pequenos vertebrados. Alguns estudos mostram que o mico-leão-dourado come mais de 60 espécies de plantas e, depois de digeri-las, ajuda a dispersar suas sementes pelo ambiente.

O mico-leão-dourado pode ser reproduzir uma ou duas vezes por ano e os períodos de reprodução vão de setembro a novembro e de janeiro a março. Não há diferenciação de cor e tamanho entre machos e fêmeas e, quando nascem os filhotes, tanto o pai quanto a mãe ajudam na criação.

Quase extinto

A imagem do pequeno primata de cerca de 60 centímetros de altura já correu o mundo e, desde os anos 70, é um dos símbolos da luta pela conservação da diversidade biológica. Isso porque o mico-leão-dourado está há muito tempo ameaçado de extinção.

A devastação da Mata Atlântica quase exterminou toda a população de micos-leões-dourados. Originalmente, a espécie era encontrada em todo o litoral fluminense, chegando até o Espírito Santo. Com a intensa ocupação da zona costeira no estado, acompanhada de extração de madeira e atividades agropecuárias, e a consequente destruição da mata, os micos estão agora confinados a cerca de 20 fragmentos florestais.

Apesar de serem pequenos, os micos-leões-dourados precisam de bastante espaço. Eles vivem em grupos de aproximadamente oito indivíduos, podendo chegar a 14, e cada grupo ocupa em média 110 ha.

Os pesquisadores afirmam que, para o mico-leão-dourado sair da lista de espécies ameaçadas de extinção, é preciso que, até 2025, haja cerca de 2.000 indivíduos vivendo soltos, em uma área de 25.000 ha de florestas. Atualmente, as populações selvagens não somam nem 1.000 indivíduos, que estão espalhados em remanescentes de florestas que, em sua maioria, não passam de 1.000 ha.

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[Fonte: WWF Brasil]

Como se formam os recifes?

Por , 20 julho, 2011 15:09

Olá, amigo! icon biggrin Como se formam os recifes?

Você já inúmeras fotos, ou mesmoao vivo, belíssimos recifes, não é?
Mas, sabe como se formam?

Leia o post e descubra. Sem mais. icon smile Como se formam os recifes?

E, por favor, não deixe de comentar, ok?

Como se formam os recifes?

“Existem três tipos de recifes de coral: franjas, barreiras e atóis”

90 watermark 658x186 recifes Como se formam os recifes?

O coral nada mais é que um pequeno animal marinho, que vive em colônias – geralmente em mares de temperatura mais amena, como nas regiões tropicais e subtropicais. Enquanto está vivo, esse organismo secreta à sua volta um esqueleto de carbonato de cálcio, substância extraída da água do mar. Após sua morte, novas colônias desenvolvem-se sobre essa estrutura rígida, formando, com o tempo, os paredões calcáreos que chamamos de recife. O processo todo demora, obviamente, milhares de anos.

“Existem três tipos de recifes de coral: franjas, barreiras e atóis”, afirma a bióloga Flora Hadel, da Universidade de São Paulo (USP). Sua formação geralmente começa pelas praias, estendendo-se até 400 metros mar adentro. Nesse estágio inicial, eles são batizados de franjas. Já as barreiras surgem quando a erosão das praias afasta o recife da beira-mar. É o caso da mais famosa dessas formações, a Grande Barreira de Corais, na Austrália, com 2 000 quilômetros de extensão. O atol, por sua vez, é como um anel, formado quando essas barreiras circundam alguma ilha que, também devido à erosão, deixa de existir.

Os recifes de coral têm vital importância para a manutenção do equilíbrio biológico, por servirem de abrigo para uma enorme diversidade de espécies de peixes, algas, crustáceos e outras criaturas marinhas que vivem e se reproduzem sob sua proteção. Eles também estão entre os mais ameaçados pela elevação da temperatura da Terra, pois o aquecimento dos mares pode levá-los à extinção.

Franjas, barreiras e atóis

Três diferentes tipos de recife são criados pela erosão

1. Os recifes de coral começam a se formar a partir da praia, estendendo-se mar adentro. Nesse estágio, são chamados de franjas

2. Com a erosão, a praia vai se afastando do recife, formando um canal entre eles. Aí então, a franja muda de nome, para barreira

3. A erosão pode fazer a ilha desaparecer por completo. Nesse caso, resta só o anel de recife em torno dela, que passa a ser conhecido como atol

 

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[Fonte: Mundo Estranho]

Arquipélago de Galápagos

Por , 19 julho, 2011 13:23

Olá, leitor! icon biggrin Arquipélago de Galápagos

Mais uma vez, venho aqui falar de ilhas.
Este é o Arquipélago de Galápagos, ou Ilhas Galápagos, como também é conhecido.

É um belíssimo conjunto de ilhas encontrado no Equador.
A biodiversidade do local é fantástica e, claro, a natureza também.

Confira o post e veja você mesmo.

Não deixe de comentar, ok?

 

Arquipélago de Galápagos

“Galápagos revela, até hoje, uma assombrosa biodiversidade”

89 watermark 658x186 galapagos Arquipélago de Galápagos

As Ilhas Galápagos ou Arquipélago de Colombo, como também são conhecidas, constituem um total de 13 ilhas maiores, 6 menores e mais de 40 pequenas ilhas; de todo esse território, 8.010 km², situado a cerca de mil quilômetros a oeste do litoral equatoriano, no Pacífico, somente quatro são povoadas.

ilhas galapagos 300x175 Arquipélago de GalápagosEste arquipélago  encontra-se em terras do Equador; seu âmbito administrativo está sob a alçada da província de mesmo nome, que tem como capital Puerto Baquerizo Moreno. As Ilhas se tornaram famosas depois da antológica viagem do naturalista inglês Charles Darwin, criador da Teoria da Evolução das Espécies.

Galápagos revela, até hoje, uma assombrosa biodiversidade, configurando para uma multiplicidade de espécies animais muito particulares, que englobam as conhecidas tartarugas desta região, o habitat ideal. Esta vasta riqueza está sob a gestão do Equador, e constitui a maior oficina biológica de todo o Planeta. Em nenhum outro lugar do mundo é possível encontrar tantas variedades no que se refere à flora e à fauna.

Tudo nesta esfera contribuiu para criar este paraíso das espécies, desde sua localização, ao sul da linha do Equador, para onde se direcionam diversas correntes marítimas, até as temperaturas locais e a rara presença de predadores, incluindo o próprio ser humano. Isto possibilitou a inúmeros espécimes evoluírem e sobreviverem até os dias atuais, constituindo exemplares singulares, só encontrados neste ambiente. Aí também os turistas se deparam com os cenários mais exuberantes e diversificados.

Estudos indicam que as ilhas surgiram em meio ao Pacífico há pelo menos cinco milhões de anos, em consequência de erupções de vulcões localizados sob o mar. E são justamente os produtos destas convulsões que conferem ao arquipélago uma atmosfera extraterrena, com suas camadas de lava e rochas de origem vulcânica.

tartaruga galapagos 300x206 Arquipélago de GalápagosAs Ilhas Galápagos são vistas inicialmente em duas cartas geográficas do século XVI, denominadas então Ilhas das Tartarugas. Seu primeiro habitante foi Patrick Watkins, um irlandês aí legado ao desamparo em 1807. Durante dois anos ele permaneceu neste local praticando a lavoura e permutando a colheita por garrafas de rum com os eventuais turistas da época. Em 1809 ele conseguiu deixar o local.

Galápagos foi legalmente ligada ao Equador em 1832, batizada então como Archipiélago del Ecuador, embora seu título oficial seja Arquipélago de Cólon. A fauna e a flora atingem as ilhas por meio do continente, fixando-se nos primordiais rios de lava que configuram as Ilhas Galápagos desde tempos ancestrais.

Desfilam neste território tartarugas imensas, iguanas marítimas e terrenas, lagartixas de lava, tentilhões, pinguins menores, as mais belas focas e simpáticos golfinhos. Além do mais, as ondas que formam os mares desta região levam os surfistas ao êxtase. Elas são consideradas magistrais pelos especialistas. Por tudo isso e muito mais a Unesco decretou as Ilhas Galápagos como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

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[Fonte: InfoEscola]

As Árvores Mais Incríveis do Mundo

Por , 18 julho, 2011 14:55

Olá, leitor! icon smile As Árvores Mais Incríveis do Mundo

Hoje você verá um post muito legal.
Falarei sobre o livro do historiador inglês Thomas Pakenham, que percorreu o mundo inteiro fotografando árvores surpreendentes. icon biggrin As Árvores Mais Incríveis do Mundo

Confira o post e veja que é muito melhor do que aparenta.

Não deixe de comentar, ok?

 

As Árvores Mais Incríveis do Mundo

Livro apresenta fotografias e histórias dos seres vivos mais antigos do planeta.

88 watermark 658x186 arvores As Árvores Mais Incríveis do Mundo

 

As árvores sempre exerceram grande fascínio nas pessoas. Uma das explicações para o interesse que elas despertam é sua incrível longevidade. Algumas têm mais de 4.000 anos, o que as torna os seres vivos mais antigos do planeta. Para entender o que isso significa, basta imaginar que elas nasceram muito antes de Cristo e do Império Romano. As árvores também surpreendem pelo gigantismo. Segundo os cientistas, apenas um fungo que se esconde sob uma floresta no Oregon, nos Estados Unidos, as supera em tamanho. As árvores ocupam uma posição de destaque na literatura. Foi o fruto de uma macieira que provocou a expulsão de Adão e Eva do paraíso. Muitos autores acreditam que Buda recebeu sua iluminação sob uma figueira. No teatro moderno de Tchecov, a destruição das cerejeiras da casa de uma abastada família russa simboliza a queda final da aristocracia. Há uma lenda que afirma que um baobá brasileiro serviu de inspiração para o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, autor do clássico O Pequeno Príncipe. A fantástica diversidade desses vegetais muitas vezes milenares, altos como edifícios e de formatos exóticos é o mote do livro Árvores Extraordinárias do Mundo, publicado nos Estados Unidos e ainda inédito no Brasil.

Fotos Thomas Pakenham
ambiente2 As Árvores Mais Incríveis do Mundo
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ambiente4 As Árvores Mais Incríveis do Mundo
ambiente3 As Árvores Mais Incríveis do Mundo Carvalho que virou capela (no alto, à esq.), baobá que servia de prisão (à esq.), baobá com formato esquisito (acima) e a capa da edição francesa do livro: resultado da busca mundial

ambiente5 As Árvores Mais Incríveis do Mundo

Apaixonado pelo assunto, o historiador inglês Thomas Pakenham percorreu os quatro cantos do mundo e fotografou árvores surpreendentes. Após cinco anos de pesquisa, ele selecionou oitenta exemplos para a publicação. Uma das árvores mais impressionantes é um cipreste mexicano com tronco de 58 metros, o de maior circunferência do mundo. As árvores gigantescas são os principais destaques do livro. Pakenham também apresenta uma das árvores mais altas, uma sequóia de 83 metros de altura (mais de duas vezes a altura da estátua do Cristo Redentor) localizada em uma reserva ecológica da Califórnia, nos Estados Unidos. O historiador incluiu no livro árvores que chamaram a atenção apenas pelo exotismo. É o caso de um carvalho francês. A árvore era tão bonita que um grupo de religiosos decidiu construir uma capela aproveitando o tronco e os galhos. O resultado é uma curiosa igrejinha rústica. Outro exemplar interessante é um baobá australiano com uma abertura no tronco que permite a entrada de um homem. Segundo Pakenham, a polícia australiana usava a árvore para aprisionar aborígines. Algumas espécies foram citadas no livro apenas por seu aspecto inusitado, como um baobá africano chamado de pata de elefante, apelido dado pelos moradores locais.

Uma das árvores preferidas do historiador é um pinheiro da Califórnia que, acreditam os cientistas, tem mais de 4.600 anos. Chamado de Matusalém, ele é o ser vivo mais velho do planeta. As árvores vivem milhares de anos por várias razões. Para sobreviver em condições climáticas adversas (seca ou frio excessivo), elas economizam energia e, com isso, crescem num ritmo mais lento. Tal característica permite que espécies como os pinheiros se tornem longevas. Muitas árvores também não possuem predadores capazes de destruí-las. À exceção do fogo, de cupins e do próprio homem, não há o que as aniquile. “O incrível é que essas árvores passaram por mais de quarenta gerações de homens”, disse a VEJA Thomas Pakenham. “Imagine quantas pessoas do passado não tiveram a oportunidade de admirá-las como nós.”

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[Fonte: Veja]

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