Polinésia Francesa

Por , 30 junho, 2011 16:03

Olá, leitor! icon biggrin Polinésia Francesa

Polinésia Francesa. O sonho de muitas pessoas.
Quem não conhece, pode passar a ter como sonho também.
O lugar é fantástico!
Leia o post e saiba o motivo de tanta atração.

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Polinésia Francesa

A Polinésia Francesa é composta por vários arquipélagos de origem vulcânica ou coralina, situadas numa área de alta actividade sísmica.

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A Polinésia Francesa (em francês: Polynésie française e em taitiano Pōrīnetia Farāni) é um território da Polinésia dependente da França, com o estatuto de colectividade de ultramar, no Oceano Pacífico sul. Localiza-se a aproximadamente 600 quilómetros a leste da Austrália. É um dos mais vastos territórios do Pacífico, com 4.167 km², se considerada a área marítima ocupada, a Polinésia Francesa inclui cinco arquipélagos, o das Marquesas, o de Tuamotu, o de Gambier, o das Austrais e o da Sociedade (dividido em dois grupos, o das Ilhas de Barlavento e da Ilhas de Sotavento), além de algumas ilhotas exteriores a estes grupos.

Os territórios mais próximos são Quiribati, a noroeste, a colónia britânica de Pitcairn, a leste, e o território neozelandês das Ilhas Cook, a oeste. Sua capital é Papeete.

Povoamento dos arquipélagos pelos polinésios

O arquipélago das Marquesas foi provavelmente descoberto e colonizado por navegadores polinésios, uma civilização bastante dinâmica que se guiava apenas com o seu conhecimento de ondas, constelações e ventos em suas navegações, vindos de Samoa cerca de 200 a.C.. Das Marquesas, os polinésios descobriram outras ilhas muito distantes, como Havaí, ao norte, Nova Zelândia, chamada pelos polinésios de Aotearoa, ao sul, e ilha de Páscoa, conhecida por eles como Rapa Nui, a leste. O arquipélago de Gambier foi provavelmente descoberto e colonizado em cerca de 300 d.C., o arquipélago da Sociedade em cerca de 400 d. C., o arquipélago de Tuamotu em cerca de 600 d. C. e o arquipélago das Austrais cerca de 800 d. C. Estes povos estavam no período neolítico, e sua subsistência baseava-se na cultura do taro, do inhame, da batata-doce, da cana-de-açúcar, do coco, da banana e de fruta-pão, da criação de porcos e galinhas e da pesca.

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[Fonte: Wikipédia]

Triângulo das Bermudas

Por , 28 junho, 2011 12:03

Triângulo das Bermudas

Também conhecido como Triângulo do Diabo

60 watermark 658x186 triangulo das bermudas Triângulo das Bermudas

O Triângulo das Bermudas é uma área que varia, aproximadamente, de 1,1 milhão de km² até 3,95 milhões de km². Essa variação ocorre em virtude de fatores físicos, químicos, climáticos, geográficos e geofísicos da região, que influem decisivamente no cálculo de sua área, situada no Oceano Atlântico entre as ilhas Bermudas, Porto Rico, Fort Lauderdale (Flórida) e as Bahamas. A região notabilizou-se como palco de diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios, para os quais popularizaram-se explicações extrafísicas e/ou sobrenaturais.

Uma das possíveis explicações para estes fenômenos são os distúrbios que esta região passa, no campo magnético da Terra. Um dos casos mais famosos é o chamado voo 19. Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começam a ocorrer entre 1945 e 1950. Alguns traçam o mistério até Colombo. Mesmo assim, os incidentes vão de 200 a não mais de 1000 nos últimos 500 anos. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o último século.

Muitas teorias foram dadas para explicar o extraordinário mistério dos aviões e navios desaparecidos. Extraterrestres, resíduos de cristais da Atlântida, humanos com armas antigravidade ou outras tecnologias esquisitas, vórtices da quarta dimensão, estão entre os favoritos dos escritores de fantasias. Campos magnéticos estranhos, flatulências oceânicas (gás metano do fundo do oceano) são os favoritos dos mais técnicos. O tempo (tempestades, furacões, tsunamis, terremotos, ondas, correntes), e outras causas naturais e humanas são as favoritas entre os investigadores céticos.

História e evolução

Desde a era das Grandes Navegações, nos séculos XV e XVI, as naus que viajavam da Europa para as Américas passavam continuamente por esta área para aproveitar os ventos da Corrente do Golfo. Depois, com o desenvolvimento das máquinas a vapor e dos barcos com motores de combustão interna, grande parte do tráfego do Atlântico Norte já não passava mais por esta área.

A Corrente do Golfo, uma área com clima instável (conhecida por seus furacões), também passa pelo triângulo ao sair do Mar do Caribe. A combinação de um intenso tráfego marítimo e o clima instável pode ter feito com que alguns barcos entrassem em tempestades e se perdessem sem deixar pistas, principalmente antes do desenvolvimento das telecomunicações, do radar e dos satélites no final do século XX.

A primeira obra documentada sobre os desaparecimentos nesta área foi lançada em 1950, por E. V. W. Jones, jornalista da Associated Press, que escreveu algumas matérias sobre desaparecimentos de barcos no triângulo. Jones disse que os desaparecimentos de barcos, aviões e pequenos botes eram “misteriosos”. E deu a esta área o nome de “Triângulo do Diabo”.

Em 1952, George X. Sand afirmou em um artigo da Revista do Destino que nesta área aconteciam “estranhos desaparecimentos marinhos”.

Em 1964, o escritor sensacionalista Vincent Gaddis deu o término “Triângulo das Bermudas” em um artigo da revista Argosy. Um ano depois publicou o livro Invisible Horizons: True Mysteries of the Sea (“Horizontes Invisíveis: os Verdadeiros Mistérios do Mar”), onde incluía um capítulo chamado “O Mortal Triângulo das Bermudas”. Geralmente, Gaddis é considerado o “inventor” do Triângulo das Bermudas.

Mas foram dez anos depois, em 1974, que o mistério tornou-se mito, através de Charles Berlitz e seu livro “O Triângulo das Bermudas”, onde ele pegou alguns textos de Gaddis e recompilou alguns casos de desaparecimentos, misturados com falsidades e flagrantes invenções.

Foi depois da publicação desse livro que os eventos foram conhecidos através da imprensa de uma forma mais abrangente. Após acharem a cabeça de um homem no mar todos afirmaram que havia coisas sobrenaturais.

Recentemente um canal de tv americano, especializado em ficção científica, produziu uma mini-série para com o nome de The Bermuda Triangle: Startling new secrets…(2005).

Possíveis explicações

Note que algumas não são cientificamente aceitas.

  • Anomalias no campo eletromagnético do planeta Terra.
  • Restos de cristais da Atlântida, o continente perdido.
  • Teoria conspiratória forjada para desenvolver reações no mundo da Guerra Fria
  • Alienígenas
  • Monstros marinhos
  • Redemoinhos gigantes

Listagem de eventos

     

  • 1840 – Rosalie – embarcação francesa encontrada meses após o seu desaparecimento, na área do Triângulo das Bermudas, navegando com as velas recolhidas, a carga intacta, porém sem vestígios de sua tripulação.
  • 1880 – Atlanta – Fragata britânica, desapareceu em Janeiro, com 290 pessoas a bordo.
  • 1902 – Freya – embarcação alemã, ficou um dia desaparecida. Saiu de Manzanillo, em Cuba no dia 3 de outubro. Foi encontrada no dia seguinte, no mesmo local de onde havia saído, porém sem nenhuma pessoa a bordo: todos os tripulantes desapareceram.
  • 1909 – The Spray – pequeno iate do aventureiro canadense Joshua Slocum, que desapareceu nesta área.
  • 1917 – SS Timandra – embarcação que iria para Buenos Aires que tinha partido de Norfolk (Virgínia) com uma carga de carvão, e uma tripulação de 21 passageiros. Não emitiu nenhum sinal de rádio.
  • 1918 – Cyclops – embarcação carregada com 19.000 toneladas de aprovisionamentos para a Marinha Norte-americana, com 309 pessoas a bordo. Desapareceu a 4 de março em mar calmo, sem emitir aviso, mesmo dispondo de rádio.
  • 1921 – Carroll. A. Deering – cargueiro que afundou no cabo Hatteras, cerca de 1000 km a oeste das ilhas Bermudas.
  • 1925Raifuku Maru – embarcação que afundou em uma tempestade a cerca de 1000 km ao norte das ilhas Bermudas.
  • 1925 - Cotopaxi – embarcação desaparecida próximo a Cuba.
  • 1926SS Suduffco – embarcação que afundou em um furacão no triângulo.
  • 1931Stavenger – cargueiro desaparecido com 43 homens a bordo.
  • 1932 – John and Mary – embarcação desaparecida em Abril. Foi encontrada posteriormente à deriva, a cerca de 80 quilômetros das ilhas Bermudas.
  • 1938Anglo-Australian – embarcação desaparecida em Março, com uma tripulação de 39 homens. Pediu socorro quando estava próxima ao Arquipélago dos Açores.
  • 1940Gloria Colite – embarcação desaparecida em Fevereiro. Foi encontrada com tudo intacto, mas sem a tripulação.
  • 1942Surcouf – submarino francês que foi atacado pelo cargueiro norte-americano Thompson Lykes perto do Canal do Panamá, cerca de 1800 km do triângulo
  • 1944Rubicon – cargueiro cubano desaparecido em 22 de outubro. Foi encontrado mais tarde pela Guarda Costeira Norte-americana próximo à costa da Flórida.
  • 1945Super Constellation – aeronave da Marinha Norte-americana desaparecida em 30 de Outubro, com 42 pessoas a bordo.
  • 1945Voo 19 ou Missão 19 (“Flight 19“) – esquadrilha de cinco aviões TBF Avenger, desaparecida em 5 de Dezembro.
  • 1945Martin Mariner – hidroavião enviado na busca do Vôo 19, também desapareceu em 5 de dezembro, após 20 minutos de vôo, com 13 tripulantes a bordo.
  • 1947C-54 – aeronave do Exército dos Estados Unidos, jamais foi encontrado.
  • 1948DC-3 – aeronave comercial, desaparecida em 28 de dezembro, com 32 passageiros.
  • 1948Tudor IV Star Tiger – aeronave que desapareceu com 31 passageiros.
  • 1948SS Samkey – embarcação que afundou a 4200 km a nordeste do triângulo e a 200 km a nordeste dos Açores.
  • 1949Tudor IV Star Ariel – aeronave que desapareceu no triângulo.
  • 1950Sandra – cargueiro transportando inseticida, desapareceu em Junho e jamais foi encontrado.
  • 1950GLOBEMASTER – Avião desaparecido em março. Era um avião comercial dos Estados Unidos.
  • 1952YORK – Avião de transporte britânico. Desaparecido em 2 de fevereiro. Tinha 33 passageiros a bordo fora a tripulação. Sumiu ao norte do Triângulo das Bermudas.
  • 1954Lockheed Constelation – aeronave militar com 42 passageiros a bordo que desapareceu no triângulo.
  • 1955CONNEMARA IV – Desapareceu em setembro e apareceu 640km distante das bermudas, também sem tripulação.
  • 1956MARTIN P-5M – Hidroavião desaparecido em 9 de novembro. Fazia a patrulha da costa dos Estados Unidos. Sumiu com 10 tripulantes a bordo nas proximidades do Triângulo das Bermudas.
  • 1957CHASE YC-122 – Desaparecido em 11 de janeiro. Era um avião cargueiro com 4 passageiros a bordo.
  • 1962 – Um avião KB-50 desapareceu em 8 de janeiro. Tratava-se de um avião tanque das Forças Aéreas dos Estados Unidos. Desapareceu quando cruzava o Triângulo.
  • 1963MARINE SULPHUR QUEEN – Cargueiro que desapareceu em fevereiro sem emitir nenhum pedido de socorro.
  • 1963SNO’BOY – Desaparecido em 1º de Julho. Era um pesqueiro com 20 homens a bordo. Nunca foi encontrado.
  • 1963 – 2 STRATOTANKERS KC-135 desapareceram em 28 de agosto. Eram 2 aviões de quatro motores cada, novos, a serviço das forças aéreas americanas. Iam em missão secreta para uma base no Atlântico, mas nunca chegaram no local.
  • 1963CARGOMASTER C-132 – Desaparecido em 22 de setembro perto das ilhas Açores.
  • 1965FLYNG BOXCAR C-119 – Desaparecido em 5 de junho. Era um avião comercial com 10 passageiros a bordo.
  • 1967WITCHCRAFT – Desaparecido em 24 de dezembro. Considerado um dos casos mais extraordinários do Triângulo. Tratava-se de uma embarcação que realizava cruzeiros marítimos. Estava amarrado a uma bóia em frente ao porto de Miami, Flórida, a cerca de 1600 metros do solo. Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo.
  • 1970Milton Latrides – cargueiro francês que partiu de Nova Orleans em direção à Cidade do Cabo. Levava uma carga de azeite vegetal e refrigerante. Afundou no triângulo em Abril.
  • 1973ANITA – Desaparecido em março. Era um cargueiro de 20.000 toneladas que estava circulando próximo ao Triângulo com 32 tripulantes a bordo.
  • 1976Grand Zenith – petroleiro, afundou com pessoas e bens a bordo. Deixou uma grande mancha de petróleo que, pouco depois, também desapareceu.
  • 1976SS Sylvia L. Ossa – embarcação que afundou em um furacão a oeste das ilhas Bermudas.
  • 1978SS Hawarden Bridge – embarcação que foi encontrada abandonada no triângulo.
  • 1980SS Poet – embarcação que afundou em um furacão no triângulo. Transportava grãos para o Egito.
  • 1995Jamanic K – cargueiro que afundou no triângulo, depois de sair de Cap-Haïtien.
  • 1997Iate – É encontrado um iate alemão.
  • 1999 – Genesis – cargueiro que afundou depois de sair do porto de São Vicente; sua carga incluía 465 toneladas de tanques de água, tábuas, concreto e tijolos; informou de problemas com uma bomba um pouco antes de perder o contato. Foi realizada uma busca sem sucesso em uma área de 85.000 km² (33.000 milhas quadradas).
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Outros eventos:

     

  • Um Cessna 172 é “caçado” por uma nuvem, o que resulta em funcionamento defeituoso de seus instrumentos, com conseqüente perda de posição e morte do piloto, como informaram os passageiros sobreviventes.
  • Um Beechcraft Bonanza voa para dentro de uma monstruosa nuvem cúmulo ao largo de Andros, perde o contato pelo rádio e logo recupera-o, quatro minutos depois, mas descobre que agora está sobre Miami, com mais vinte e cinco galões de gasolina do que deveria ter-quase exatamente a quantidade de gasolina que seria gasta pelo aparelho numa viagem Andros-Miami.
  • Um 727 da National Airlines fica sem radar durante dez minutos, tempo em que o piloto informa estar voando através de um leve nevoeiro. Na hora de aterrissar, descobre-se que todos os relógios a bordo e o cronômetro do avião perderam exatamente dez minutos, apesar de uma verificação da hora cerca de trinta minutos antes da aterrissagem.
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[Fonte: Wikipédia]

Deserto de Atacama

Por , 27 junho, 2011 10:19

Olá, amigo! icon biggrin Deserto de Atacama

Já ouviu falar no Deserto de Atacama?
Hoje o Blog CMMC Turismo veio falar sobre ele.
É um lugar lindo. Apesar do nome conter “DESERTO”, ele possui água. Isso já faz ser agradável, não é?

Dê uma olhadinha no post completo e saiba mais sobre lá, ok?
Não deixe de comentar! icon smile Deserto de Atacama

 

Deserto de Atacama

A região foi primeiramente habitada pelos atacamenhos, povo da região juntamente com a civilização dos nativos aymaras, ambos deixaram um legado inestimável em termos arqueológicos, daí o seu nome deserto de Atacama.

59 watermark 658x186 atacama Deserto de Atacama

O deserto do Atacama está localizado na região norte do Chile até a fronteira com o Peru. Com cerca de 1000 km de extensão, é considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo, pois chove muito pouco na região, em consequência das correntes marítimas do Pacífico não conseguirem passar para o deserto, por causa de sua altitude. Assim, quando se evaporam, as nuvens húmidas descarregam seu conteúdo antes de chegar ao deserto, podendo deixá-lo durante épocas sem chuva. Isso o torna de aridez incrível.

As temperaturas no deserto variam entre 0ºC à noite e 40ºC durante o dia. Em função destas condições existem poucas cidades e vilas no deserto; uma delas, muito conhecida, é São Pedro de Atacama, que tem pouco mais de 3 000 habitantes e está a 2 400 metros de altitude. Por ser bem isolada é considerada um oásis no meio do deserto e o principal ponto de encontro de viajantes do mundo inteiro, mochileiros, fotógrafos, astrônomos, cientistas, pesquisadores, motociclistas e aventureiros.

Apesar de pequena e isolada no coração do deserto mais árido do mundo, San Pedro possui uma vida agitada, mesmo depois da meia noite, os bares e restaurantes ficam lotados com pessoas conversando e planejando o dia seguinte.

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[Fonte: Wikipédia]

A República de Palau

Por , 24 junho, 2011 10:28

A República de Palau

A República de Palau é parte das ilhas Carolinas e consiste em oito ilhas principais e mais de 250 ilhotas e atóis, localizadas a oeste dos Estados Federados da Micronésia, entre o Mar das Filipinas, a norte e a Indonésia e Nova Guiné, a sul.

58 watermark 658x186 palau A República de Palau

A República de Palau é um pequeno país insular da Micronésia, no Oceano Pacífico, entre os mares das Filipinas a oeste, Indonésia e Papua-Nova Guiné a sul e Estados Federados da Micronésia a leste. Capital: Ngerulmud.

Uma nova capital foi projectada e construída na ilha de Babeldaob, maior ilha do país e segunda maior da Micronésia, onde está situado o aeroporto, mais precisamente no estado de Melequeoque e na localidade de Ngerulmud.

Apesar de ser nominalmente um país independente, Palau assinou um Tratado de Livre Associação com os Estados Unidos.

Os habitantes de Palau distinguem-se por serem bons construtores de canoas. Destacam-se na arte do tecido, onde utilizam elementos naturais, e também na escultura. Artesanato local encontrará nas lojas e nos objetos da vida cotidiana do país. A dança é uma das expressões típicas tradicionais, aliás, quanto à música, ela conta com um menor número de instrumentos musicais. Destacam-se a flauta e o búzio marinho. Lembre-se que as manifestações culturais em Palau são mais “singelas”, talvez pelo pequeno território ou pelo fato de constituir uma encruzilhada de caminhos. Embora sua simplicidade não deixa de ser interessante para o turista.

Floresta da Tijuca

Por , 21 junho, 2011 11:31

Floresta da Tijuca

Belíssima Floresta Urbana

56 watermark 658x186 floresta da tijuca Floresta da Tijuca

Localizada no coração da cidade, a poucos minutos da maior parte dos bairros do Rio, uma deslumbrante floresta urbana, que foi parcialmente replantada e se desenvolveu ao longo dos anos por processos naturais de sucessão ecológica,numa área com cerca de 3.200 hectares, tem a grande vantagem de mesclar centenas de espécies da fauna e da flora só encontradas na Mata Atlântica. A Floresta da Tijuca possui recantos e atrativos históricos que merecem ser visitados, como: a Cascatinha, a Capela Mayrink, o Mirante Excelsior, o Barracão, a Gruta Paulo e Virgínia, o Lago das Fadas, a Vista Chinesa e o Açude da Solidão, pontos freqüentados por famílias inteiras nos fins de semana.

História
A Floresta da Tijuca foi reflorestada no século XIX após anos de desmatamento intenso e plantio(principalmente de café). O reflorestamento foi uma iniciativa pioneira em toda a América Latina.

A pessoa responsável pelo reflorestamento, apontada pelo Imperador Pedro II em 1861, foi o Major Gomes Archer, o primeiro administrador da floresta que trabalhou inicialmente com 6 escravos e, posteriormente, com 22 trabalhadores assalariados, plantando em 13 anos 100 mil mudas. O replantio foi feito com espécies, em sua maioria, nativas do Ecossistema da Mata Atlântica.

O segundo administrador, Barão Gastão d’Escragnolle continuou o replantio de 1874 a 1888. Além de introduzir mais 30 mil mudas, realizou um trabalho de transformação da floresta em área de lazer, um parque para uso público, inserindo espécies exóticas, criando pontes,fontes, lagos e locais de lazer com auxílio do paisagista francês Augusto Glaziou.

Ainda no século XIX, o pintor Nicolas Antoine Taunay morador e proprietário de terras na floresta, retratou suas belezas naturais que constituem documentos históricos da cidade do Rio de Janeiro.

O pintor recebia seus amigos e membros da corte em sua casa, tornando assim as belezas da floresta conhecidas de brasileiros e estrangeiros que vinham visitá-lo.

No século XX, Raymundo Ottoni de Castro Maya, administrou a floresta de 1943 a 1946, fez ressurgir o parque, que havia ficado esquecido durante os primeiros anos da República.

Em parceria com o arquiteto Vladimir Alves de Souza e com o paisagista Roberto Burle Marx, Castro Maia recuperou a floresta recebendo 1 cruzeiro por ano(simbólico) como pagamento por sua administração.

No plano da recuperação da floresta foram introduzidas obras de arte, edificações e recantos. Foram também implantados serviços e sanitários. Foram abertos restaurantes Os Esquilos e Floresta (utilizando instalações das antigas fazendas de café – o restaurante Floresta foi aberto na antiga senzala de uma fazenda). A Sociedade Hípica Brasileira foi instalada na antiga casa do Barão do Bom Retiro. Vários fazendeiros e proprietários de terras – como o Conde Gestas, o Barão de Mesquita, O Conselheiro Mayrink, Guilherme Midosi, o Visconde Asseca, além dos já citados anteriormente, e profissionais como Job de Alcântara e Luiz Fernandes, os escravos Eleuthério, Pai Ricardo e Pai Antonio e outros frequentadores ilustres, deixaram seus nomes na história do Parque, em morros, estradas, caminhos, grutas, recantos, cachoeiras etc.

A floresta se tornou então esse cenário privilegiado no qual a natureza e cultura se entrelaçam, se harmonizam e se complementam.

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[Fonte: RioTur]

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