[Confira!] Algumas Dicas Para o Reveillon 2011

Por , 27 dezembro, 2010 10:33

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Você com certeza já viajou no Reveillon. Se foi no Brasil, pode ter sido para a praia, serra, pantanal ou para algum dos outros paraísos brasileiros. Caso a sua viagem tenha tido como destino o exterior, pode ser então que você tenha conhecido alguma cidade da América do Sul, Estados Unidos, Europa ou algum outro ponto remoto do planeta.

Depois dessas viagens você com certeza deve ter boas dicas para quem pretende visitar esse mesmo destino. Essas dicas podem ser sobre hotéis, pousadas, restaurantes, passeios imperdíveis e até programas a se evitar.

Todos sabemos que uma das melhores maneiras de obter boas dicas de roteiros é exatamente com pessoas como você, que já esteve lá.

Quais são as suas dicas?

Que tal então se puder compartilhar essas dicas de viagem de Reveillon com outras pessoas como você? Até o Reveillon 2011 milhares de pessoas vão passar por aqui e a sua dica pode fazer a diferença para tornar a viagem inesquecível.

Use o espaço dos comentários e nos conte:

  • Qual a sua dica de viagem de Reveillon?
  • Onde você gostaria de passar o próximo Reveillon?

[Fonte: Reveillon 2011]

[Verão] Ele Chegou!

Por , 22 dezembro, 2010 09:24

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Chegou o Verão!

O verão (AO 1945: Verão) é uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são longos. Geralmente, o verão é também o período do ano reservado às férias.

O Verão do hemisfério norte é chamado de “Verão boreal”, e o do hemisfério sul é chamado de “Verão austral”. O “Verão boreal” tem início com o solstício de Verão do Hemisfério Norte, que acontece cerca de 21 de Junho, e início de Outono nesse mesmo hemisfério, por volta de 23 de Setembro. O “Verão austral” tem início com o solstício de Verão do Hemisfério Sul, que acontece cerca de 21 de Dezembro, e finda com o equinócio de Outono, por volta de 20 de Março nesse mesmo hemisfério.
Nos tempos primitivos, era comum dividir o ano em cinco estações, sendo o verão dividido em duas partes: o verão propriamente dito, de tempo quente e chuvoso (geralmente começava no fim da primavera), e o estio, de tempo quente e seco palavra da qual deriva o termo “estiagem”. Atualmente usa-se o termo “estio” para um período de seca e também como um sinônimo para verão.

O plural de verão, etimologicamente, é verãos.

O período das férias de verão ou o período em que uma pessoa passa fora de sua casa, geralmente em uma casa de praia, no verão, é conhecido como veraneio.

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[Turismo] O Único Hotel 7 Estrelas no Mundo

Por , 20 dezembro, 2010 08:28

Burj Al Arab

O Burj Al Arab (em Árabe برج العرب, literalmente Torre das Arábias) é um luxuoso hotel edificado em Dubai, Emirados Árabes Unidos (EAU). O Burj Al Arab é operado pelo Jumeirah Group e foi construído por Said Khalil. Ele foi projetado por Tom Wright da WS Atkins PLC. Com 321 metros (1.053 pés) é a mais alta estrutura exclusivamente usada como hotel. No entanto, a Rose Tower, também em Dubai, já superou a altura do Burj Al Arab, e tirou este título após a sua abertura, em abril de 2008. O Burj Al Arab foi construído sobre uma ilha artificial de 280 metros (919 ft) fora da praia de Jumeirah, e está conectada com a ilha principal por uma ponte curvada particular. É uma estrutura ícone, desenvolvida para simbolizar a transformação urbana em Dubai, e para imitar a vela de um barco.

200px Burj Al Arab [Turismo] O Único Hotel 7 Estrelas no Mundo

A construção do Burj Al Arab tem início em 1994. Localizado no Golfo pérsico, ele foi construído sobre uma ilha artificial de areia, que levou dois anos para sua formação contendo estrutura de concreto e três níveis no subsolo. Ele foi construído para assemelhar-se com a vela de um dhow, um tipo de barco Árabe. Duas colunas partindo do chão até o topo originaram um “V” formando um imenso “mastro”, enquanto que o espaço entre elas foi erguido os andares. O arquiteto Tom Wright disse: “O cliente queria um edifício que se tornasse um ícone ou simbólo declarado de Dubai, que seja espantosamente lindo e semelhante a Ópera de Sydney, ou como a parisiense Torre Eiffel. Ele precisava de ser um edifício que iria tornar-se sinónimo do Nome daquele país”.

O arquiteto e consultor de engenharia para o projeto foi Atkins, a maior consultoria multidisciplinar do Reino Unido. O hotel foi construído pelo grupo Sul-Africano de construção Murray & Roberts. A construção do hotel custou $ 650 milhões.

Suas acomodações mais simples possuem aproximadamente 52 m², contendo jacuzzi e sala de estar. Possui suites de dois andares com escadas de mármore, além de duas suítes reais localizadas no 25º andar, com cinema e elevador privativos. O hotel é decorado em ouro dentro e fora dos quartos, além do átrio de entrada.

[Fonte: Wikipédia]

[CARNAVAL 2011] História, Festa e Onde Se Hospedar!

Por , 15 dezembro, 2010 14:43

CARNAVAL – História, Festa e Onde Se Hospedar!

Carnaval [CARNAVAL 2011] História, Festa e Onde Se Hospedar!A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra “carnaval” está, desse modo, relacionada com a ideia de “afastamento” dos prazeres da carne marcado pela expressão “carne vale”, que, acabou por formar a palavra “carnaval”. Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados “gordos”, em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma. Nos Estados Unidos, o termo mardi gras é sinônimo de Carnaval.

O Carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, entre 17 a 23 de Dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.

No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.

De acordo com o modo contemporâneo o carnaval ainda é considerado uma forma de festa bastante tradicional, pois persistiu por vários anos com o mesmo aspecto.

[Fonte: Wikipedia]

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[Turismo] Cidade do Sol. Veja Mais Sobre Natal – RN

Por , 13 dezembro, 2010 08:07

natal abre [Turismo] Cidade do Sol. Veja Mais Sobre Natal   RN

Conhecida como a “Cidade do Sol”, Natal tem belas praias, esquibunda e passeios de dromedário

Esquibunda (ou sandboard) com piscina, aerobunda na lagoa, passeios de bugue e de dromedário. Quem escolhe Natal como destino vê as formas de lazer e aventura se ampliarem do mar para as dunas. O turismo transformou as montanhas móveis de areia de Genipabu e arredores em parquinhos de diversões.

Requintes como sombra sob tetos de palha, trenó para subir as dunas, parafina na prancha, mergulho ao final da descida e até fotografias enviadas diretamente para o hotel compõem, por exemplo, a estrutura do Esquibunda do Cícero, nas dunas de Jacumã. Perto dali, em Ceará Mirim, o aerobunda na lagoa de Jacumã movimenta centenas de bugueiros e atendentes nos ingressos, cabos, trenós e jangadas para recolher os banhistas.

E há ainda os dromedários, sempre com aquele ar superior dos que, em outra encarnação, possivelmente no deserto do Saara, já carregaram árabes mais legítimos. Num lugar onde os moradores sabem mostrar em qual duna foram gravadas cenas de novelas, a fantasia convida a vestir turbantes antes de se acomodar na corcova do dromedário.

É um riso só. A menos que a sua coluna cervical não tolere os sacolejos, o passeio é imperdível. E pagável: mas leve dinheiro, que cartões de crédito sobre a areia combinam melhor com a Arábia Saudita.

Capital do Rio Grande do Norte, Natal tem este nome porque foi fundada no dia 25 de dezembro de 1599, dois anos depois de iniciada a construção do Forte dos Reis Magos. A fortaleza continua firme, com as mesmas dimensões que recebeu no início do século 17, e merece ser visitada, na Praia do Forte.

Na ponta oposta da orla, ao sul da cidade, está a praia de Ponta Negra, onde se hospeda a maior parte dos turistas. A infra-estrutura ali é relativamente recente, numa cidade com mais de 400 anos de história. A região começou a se desenvolver nos anos 80, não parou mais e atualmente congrega a porção mais badalada de bares, restaurantes e casas noturnas.

Quem se hospeda na Ponta Negra leva a vantagem da proximidade de Parnamirim, cidade vizinha, com atrações como o maior cajueiro do mundo e as belas praias de Cotovelo, Pirangi, Búzios e Tabatinga, mais rústicas, menos urbanas.

O cajueiro de dimensões colossais tem cerca de 110 anos de vida e ainda produz até três toneladas de caju por safra. Em 1955, a revista Cruzeiro definiu o fenômeno como uma “sinfonia inacabada”, de “galhos lançados em progressão geométrica”. Em 1994, o cajueiro entrou para o Guiness Book. Percorrer a vasta sombra, com galhos brotando da terra a todo instante, dá a sensação de ingressar numa floresta, de uma árvore só.

As cidades ao sul de Natal também são caminho para a praia de Pipa, a 85 km de distância, um dos pontos mais famosos do litoral potiguar, graças à sofisticação que os serviços de lá, de pousadas e restaurantes, adquiriram na última década.

Para 2008, está prometida a inauguração do Parque da Cidade de Natal, projeto de Oscar Niemeyer com torre e mirante de altura equivalente a um prédio de 18 andares. Vai dar para enxergar até os bugues de Genipabu dali. E também os dromedários! No final de 2007, a capital inaugurou a monumental Ponte de Todos, sobre o rio Potengi, que liga a Praia do Forte à zona norte e proporciona, do alto dos mirantes, uma paisagem de cores espetaculares no pôr-do-sol.

Dicas a considerar, antes de fazer as malas: em Natal, algumas distâncias são longas e os táxis são caros, praticamente uma exclusividade dos turistas. Da Praia dos Artistas até Ponta Negra são quase 15 km, por exemplo. Alguns restaurantes e casas de shows, como o forró do Centro de Turismo, oferecem traslado. Sobre os passeios de bugue, é mais seguro contratar os credenciados nas agências locais de turismo. E ande com dinheiro: uma queixa freqüente dos visitantes é a falta de caixas eletrônicos e de lojas que aceitam cartão.

Natal também é uma capital de ladeiras íngremes diante de suas praias principais. A parte boa do esforço físico é que volta e meia o marzão verde e azul surge de repente diante dos olhos, um horizonte límpido, raramente nublado, fazendo jus ao título de “Cidade do Sol”.

[Fonte: UOL Viagem]

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