[Turismo] Belíssima Natureza em Angra dos Reis – RJ

Por , 31 agosto, 2010 09:45

15FC9F 3 [Turismo] Belíssima Natureza em Angra dos Reis   RJ

Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, tem uma ilha para cada dia do ano e 2.000 praias

“Se existe um paraíso, é bem perto daqui.” A frase foi registrada em carta por Américo Vespúcio para descrever a antiga Vila dos Santos Reis Magos, hoje, Angra dos Reis, uma das mais antigas cidades brasileiras, descoberta por Gonçalo Coelho, em 6 de janeiro de 1502. Distante 166 km da capital carioca, no litoral sul do Rio de Janeiro, guarda uma riqueza histórica, lendas envolvendo piratas, navios fantasmas e naufrágios e muitas, muitas belezas naturais. Oito baías, 365 ilhas e 2.000 praias. Que outro lugar reserva tantas opções para o viajante?

O roteiro turístico de Angra dos Reis está dividido em cinco corredores: Ponta Leste, Centro, Estrada do Contorno, Ponta Sul e da Ilha Grande. Caminhadas por trilhas que levam a cachoeiras ou praias reservadas, passeios de barco que têm como destino ilhas paradisíacas de águas cristalinas ou mergulhos entre peixes coloridos são algumas das muitas opções de lazer proporcionadas pela exuberante natureza da região.

A combinação do verde da mata atlântica com as areias claras, o mar calmo de grande parte das praias e ilhas e suas águas esverdeadas faz de Angra dos Reis um dos destinos mais procurados do litoral do Rio. No entanto, para conhecer Angra dos Reis e tudo que a cidade oferece não basta ficar no continente. É preciso deixar a terra firme, seja contratando um passeio de escuna junto a uma agência credenciada, seja fretando um barco ou lancha (neste caso, a vantagem é poder traçar o seu próprio roteiro).

As águas calmas das praias do continente e ilhas próximas se devem à proteção oferecida pelas ilhas Grande e Gipóia, respectivamente, a primeira e a segunda maiores de Angra dos Reis.

A Ilha Grande, destino que merece alguns dias de sua estadia na região, é um “assunto” à parte. Fica a uma hora e meia de barco do continente e concentra 106 praias (muitas delas semi-selvagens), várias vilas e histórias de piratas. Nela, estão as ruínas do Instituto Penal Cândido Mendes, antigo presídio de presos políticos da época da ditadura.

Da colônia às usinas nucleares

Construções dos séculos 17 e 18, incluindo conventos, igrejas, monumentos e ermidas, predominantemente influenciadas pelo catolicismo, formam o acervo histórico e arquitetônico do local, proporcionando ao visitante conhecer um pouco da trajetória da cidade, que remonta os “grandes ciclos econômicos” da história do Brasil.

No início da colonização, foi uma região cobiçada por europeus para exploração e contrabando de produtos tropicais. Por sua baía repleta de ilhas, serviu de importante entreposto comercial para grandes rotas marítimas vindas da Europa e África. Por suas matas passam estradas que foram de suma importância no período colonial para interligar São Paulo e Minas Gerais ao litoral do Rio de Janeiro.

Foi no século 19 que o município viveu períodos áureos graças ao café, vista o surgimento da Vila Histórica de Mambucaba, que alcançou grande prosperidade econômica com a expansão da lavoura cafeeira e do comércio que alimentava o porto ali existente.

A polêmica implantação da Usina Nuclear Angra 1 (1972-1980), além da instalação do Terminal Petrolífero da Baía da Ilha Grande (1974-1979) e da abertura da Rodovia Federal Rio-Santos (BR-101), redefiniu o “desenvolvimento” da cidade e o tipo de ocupação. O turismo é, sem dúvida, a principal e mais próspera atividade econômica de Angra dos Reis. Sinal disso são os condomínios e as pousadas que ocupam grande parte da orla continental. Mas fique tranqüilo: ainda é possível encontrar muitos pequenos paraísos reservados e praias quase desertas.

[Fonte: UOL Viagem]

[Turismo] Histórias em Guimarães Rosa – MG

Por , 30 agosto, 2010 09:33

prehistoria 06684 901x250.jpg 414498887 [Turismo] Histórias em Guimarães Rosa   MG

Da Pré-História de Petter Lund às Histórias de Guimarães Rosa – MG

Esse roteiro evidencia a inestimável contribuição de duas figuras ilustres: Peter W. Lund, naturalista que fez grandes descobertas na região e Guimarães Rosa, um dos mais aclamados e talentosos ícones da literatura nacional que revelava ao mundo as belezas e riquezas de Minas Gerais por meio de suas obras.

A ligação entre essas duas figuras importantíssimas se dá por meio de muita beleza natural. O passeio faz parte de um roteiro que une sete municípios e tem como tema principal a espeleologia, ciência que estuda a formação das cavernas. No Museu de Artes e Ofícios, de Belo Horizonte, o turista encontra precioso acervo de ferramentas, equipamentos e utensílios antigos. Em Lagoa Santa, entra em contato com a pré-história da região. A atração da cidade é a Gruta da Lapinha. O Museu de Arqueologia de Lagoa Santa oferece, entre outras atividades, oficinas de cerâmica indígena.

No município de Pedro Leopoldo, merece atenção o Parque Estadual do Sumidouro, com suas trilhas e belas paisagens. Já em Cordisburgo, a parada obrigatória é o Museu Casa Guimarães Rosa, centro de referência da vida e da obra do autor de Grande Sertão Veredas. No roteiro também há lugar para a Gruta do Maquiné, única pelas dimensões de seus salões. Um roteiro diferente para amantes da literatura e da natureza!

[Fonte: Ministério do Turismo]

[Turismo] Belíssima Paisagem. Baía da Traição – PB

Por , 27 agosto, 2010 09:55

tredited1rx [Turismo] Belíssima Paisagem. Baía da Traição   PB

A vila de pescadores tem de tudo um pouco: praias desertas, falésias, rios, recifes, mangues e tribos indígenas. O nome, aliás, remete a uma emboscada dos índios contra os primeiros portugueses que ali chegaram, no século XVI. O espírito de preservação foi mantido, garantindo as paisagens rústicas e o estilo de vida típico das aldeias, que se espalham por uma área de 20 mil hectares. Para conhecê-las, siga para o Centro de Cultura e Apoio ao Turista, que orienta em quais há produção e venda de artesanato e apresentações de dança, como o Toré. Entre as mais visitadas estão as de São Francisco, Galego, São Miguel e Tracoeira.

A praia que dá nome à vila a mais estruturada da região. Com águas mansas, areias escuras e um recife próximo que abriga o Farol da Traição, é movimentada apenas na alta temporada. Já as praias selvagens ficam afastadas do centrinho. A preferida dos surfistas é Tanguá, onde fica a aldeia Galego, dos índios potiguaras. Além de artesanato, há venda de doces de frutas nativas. Já a praia de Coqueirinho é considerada uma das mais bonitas, com coqueirais, mar calmo e barqueiros que fazem a travessia para Barra de Mamanguape, sede do projeto Peixe-Boi.

Na praia do Forte, a atração é subir no alto de uma escarpa com vista panorâmica para a Baía da Traição. As falésias avermelhadas chamam a atenção em Jerimum e Cardosas – esta última abriga a lagoa Encantada, boa para banhos, com águas cristalinas e vegetação preservada. O acesso é por trilhas, depois de uma hora de caminhada.  As dunas típicas do Rio Grande do Norte surgem a partir de Barra de Camaratuba, procurada pela turma do surf e com opções de hospedagem e alimentação. Por lá estão as praias da Baleia, com águas esverdeadas; da Pavuna, cercada de lagoas; e Guaju, totalmente deserta. O rio Camaratuba corta a região e pode ser explorado em passeio de barco. O tour leva a uma pequena praia fluvial com parada para banho e inclui trilha em manguezais e degustação de ostras.

[Fonte: Férias Brasil]

[Turismo] Cachoeiras, Trilhas e Praias. Guaraqueçaba – PR

Por , 26 agosto, 2010 11:41

855141753 M [Turismo] Cachoeiras, Trilhas e Praias. Guaraqueçaba   PR

A cidadezinha paranaense fica quase na divisa com o estado de São Paulo, às margens da baía de Paranaguá. Rodeada por reservas de mata Atlântica, tem cachoeiras, trilhas e quilômetros de praias. Para completar o ambiente, golfinhos costumam dar o ar da graça no início da manhã e no fim da tarde – para avistá-los, basta sentar nos banquinhos da praça principal.

Guaraqueçaba é ainda o ponto de embarque para o Parque Nacional do Superagui, uma área de 45 mil hectares que engloba as ilhas de Superagui, das Peças, do Pinheiro e do Pinheirinho. Os passeios de barco levam às praias onde as principais atrações são os animais ameaçados de extinção, como o papagaio-da-cara-roxa e o mico-leão-da-cara-preta.

Também marcam presença as aves marinhas, como o biguá, a fragata e a garça branca. Para quem pretende pernoitar na área, a vila de pescadores da praia Deserta oferece pequenas pousadas rústicas e restaurantes.

De volta à terra firme, inclua no roteiro uma visita à Reserva Natural Salto Morato, que abriga uma cachoeira de 130 metros de queda. O acesso à cascata é por trilha de nível leve e há poços naturais para banhos. Fácil também é enfrentar a Trilha do Quitumbê, de 800 metros e que termina em um mirante com vista panorâmica da cidade e da baía.

[Turismo] Terra das Cachoeiras. Carrancas – MG

Por , 25 agosto, 2010 09:38

carrancas abre [Turismo] Terra das Cachoeiras. Carrancas   MG

Carrancas, também conhecida como a terra das cachoeiras, preserva sua história à beira da Estrada Real

Fazendas centenárias, cachoeiras globais e um povo simpático, pronto pra um dedo de prosa desapressado. Não há cara feia que resista aos encantos de Carrancas, no sul de Minas Gerais. De tão fascinante, a natureza desta tranquila cidadezinha já serviu como locação de novelas e minisséries. E também pode ser um cenário maravilhoso para suas próximas férias.

As atrações ficam dentro de propriedades particulares, espalhadas pela zona rural. O acesso é fácil, qualquer carro de passeio roda sem problemas pelo chão firme e batido de terra vermelha. Também, pudera, desde os tempos coloniais a região tem tráfego constante, pois está na rota da Estrada Real. A mesma por onde passaram toneladas de ouro e diamantes antes de serem embarcados para Portugal nos séculos 18 e 19. Hoje, a via histórica faz parte dos passeios; é caminho de grutas, cavernas e mais de cinquenta quedas d’água. Um verdadeiro parque aquático, naturalmente instalado numa zona de transição entre mata atlântica e cerrado. Imaculada, a mata é refúgio de espécies ameaçadas de extinção como lobos-guará, onça parda, tucanos, papagaios e siriemas.

Para conhecer os lugares mais bacanas (e não se perder nas trilhas), contrate um guia numa das agências locais. Os roteiros são divididos por “complexos”, reunindo atrações próximas e atividades para o dia todo. Prepare o fôlego, as botas de caminhada e comece pelos clássicos, como mergulhar no poço da Esmeralda, uma espécie de aquário gigante com tonalidade surreal. Pertinho da cidade, há um dos melhores passeios, o complexo da Toca. É possível chegar a pé, só não se esqueça de levar uma boa lanterna para explorar os 400 metros da gruta homônima. Ainda por ali, pule (com cuidado) no poço do Coração – e nade com os batimentos acelerados pela forte correnteza. Já no complexo da Zilda, seja corajoso e entre pela Racha (da Zilda), uma espécie de cânion formado por enormes paredões de pedra; a entrada, com o rio se afunilando numa passagem estreita de rochas, exige disposição de contorcionista. Uma vez superada esta etapa, siga em frente nadando entre o que parecem ser fundos de panelas gigantes. A cachoeira, escondida no salão final, é o melhor momento do dia. Ao final da aventura, um legítimo feito de Indiana Jones, fica impossível descrever ou fotografar a experiência como ela realmente é.

Outro lindo lugar, por sinal cartão postal da cidade, é a Cachoeira da Fumaça, a única em terras públicas. Por muitos anos, suas águas forneceram luz para a cidade através de uma pequena usina hidroelétrica. Mas atenção: apesar da beleza convidativa, é imprópria para banhos, pois além de possuir um traiçoeiro sumidouro, o ribeirão que a abastece, recebe o esgoto da cidade alguns quilômetros antes da formosa queda d’água. Uma injustiça à altura de seus 22 metros. O incrível é que no mesmo complexo, a poucos passos da linda, porém poluída Fumaça, outro ribeirão forma a deliciosa cachoeira Véu da Noiva, esta com águas cristalinas.

Somando-se à natureza superlativa, o turismo rural em Carrancas tem um efeito de máquina do tempo, afinal, pouca coisa mudou desde que os primeiros colonos chegaram em 1718. Uma visita às antigas fazendas dá uma boa impressão de como era viver num mundo girando em rotação mais lenta e saudável, além da sensação de estar no meio de uma gravação da novela “A Escrava Isaura”. Quer entrar no set? No Hotel Fazenda do Engenho, com mais de 250 anos, paredes grossas de pau a pique, piso de tábuas largas e um incontável acervo de objetos antigos, como uma vitrola de corda (funcionando perfeitamente) e um primitivo telefone de manivela fazem dali um autêntico museu feito de peças que tiveram uso real na fazenda. Outra construção imponente chama a atenção de quem segue pela Estrada Real em direção a Cruzília. É a sede da Fazenda Traituba, de 1821, propriedade da família Junqueira há seis gerações. Na majestosa Casa Grande, construída para recepcionar o Imperador D.Pedro I, é possível imaginar a enorme quantidade de escravos necessária para “tocar” os trabalhos diários. Seu interior conserva um oratório em estilo barroco e grande parte do mobiliário original. E ainda 14 dormitórios, duas cozinhas, corredores imensos e numa das sete salas, uma bela liteira, o Rolls Royce dos transportes daquela época.

Um mar de montanhas envolve o precioso patrimônio natural e histórico do município, incluindo serras de nomes curiosos como Luminárias, Broas, Bicas e Carrancas – nesta última, contam os antigos, uma rocha com formato de duas caras feias deu nome ao lugar. No relevo acidentado, com altitude média de 1000 metros, a temperatura cai fácil durante a noite, por isso, independentemente da época, tenha sempre um bom agasalho à mão. O tempo fica mais firme entre maio e agosto, e apesar das cachoeiras estarem geladas, faz um calorão danado durante o dia, garantindo o sucesso dos passeios. Por outro lado, de setembro a abril são registradas 80% das precipitações. Mesmo assim, podem ocorrer “veranicos”, períodos de seca entre janeiro e fevereiro. Seja quando for, reserve pelo menos três dias para desfrutar desta encantadora cidadezinha mineira. Como uma deliciosa refeição preparada em fogão à lenha, a viagem tem aquele gostinho bom de última mordida, uma vontade de “quero mais”.

Búzios | CMMC Time Sharing - Turismo Cabo Frio | CMMC Time Sharing - Turismo Iguaba Grande | CMMC Time Sharing - Turismo Saquarema | CMMC Time Sharing - Turismo Ubatuba | CMMC Time Sharing - Turismo Águas de Lindóia | CMMC Time Sharing - Turismo Nova Friburgo | CMMC Time Sharing - Turismo Angra dos Reis | CMMC Time Sharing - Turismo

Panorama Theme by Themocracy